Proteção Sabin2019-04-05T17:24:08+00:00

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Regulamento Proteção Sabin2019-03-27T22:50:29+00:00
Regulamento 
Condições especiais para realização de vacinação no Sabin 2019
Durante o primeiro semestre de 2019, clientes Sabin de todo o país contam com condições especiais para a aquisição de vacinas Sabin, incluindo o portfólio de 26 vacinas – exceto Meningocócica B e ACWY, porque estas possuem uma condição ainda mais diferenciada (condição especial vigente até 31 de julho). Para qualquer dúvida, recomendamos consultar o atendimento Sabin.
Até o dia 30 de abril, os clientes que realizarem cadastro no site específico da ação (http://mkt.sabin.com.br/protecaosabin/) receberão voucher com direito a 15% de desconto para realização do ciclo vacinal em unidades do Sabin espalhadas em todo o Brasil (Brasília, Cristalina, Formosa, Uberaba, Uberlândia, Salvador e São José dos Campos).
 
Conheça o regulamento da ação:
1-      A equipe do Sabin disponibilizará um voucher com condições especiais para a realização da vacinação para os clientes que realizarem cadastro por meio do sitehttp://mkt.sabin.com.br/protecaosabin/
2-      Para ativação das condições especiais é necessário se dirigir a uma das unidades Sabin e apresentar o e-mail enviado automaticamente após a realização do cadastro onde constará o voucher e a confirmação da inscrição.
3-      Data de utilização do voucheraté 30 de abril de 2019.
4-      Ação não retroativa, ou seja, não válida para quem tiver realizada a vacinação anteriormente à data prevista neste regulamento (28 de março de 2019 a 30 de abril de 2019).
5-      O voucher é intransferível, não cumulativo com outras promoções e não pode ser convertido em crédito, dinheiro ou vendido.
6-      O Sabin reserva-se o direito de mudar o regulamento a qualquer tempo, sem aviso prévio.
7-      Casos não especificados aqui serão decididos unicamente pela equipe do Sabin.
8-      A participação nesta ação implica no total conhecimento de suas condições e na aceitação irrestrita deste regulamento.

MANTENHA SEU CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO SEMPRE EM DIA

Indicação

Crianças a partir de 2 meses, até 5 anos de idade. Crianças com mais de 5 anos, adolescentes e adultos com condições médicas que aumentam o risco para doenças por Hib: ausência de baço ou disfunção nesse órgão; antes e/ou após transplante de órgão ou medula óssea; após quimioterapia; entre outras. Nestes caso será necessário apresentar pedido médico.

Esquema

Indicada aos 2, 4 e 6 meses de idade. As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam um Reforço entre 15 e 18 meses. Crianças com mais de 5 anos, adolescentes e adultos não vacinados e com doenças que aumentem o risco da doença: duas doses com intervalo de dois meses. Nestes casos somente com pedido médico.

Eventos adversos

Pode ocorrer dor no local da aplicação, inchaço, endurecimento e vermelhidão. Em relação às manifestações gerais, febre nas primeiras 24 horas após a vacinação; cansaço, tontura, dor de cabeça, irritabilidade e desconforto gastrintestinal leve pode aparecer.

Indicação

É indicada para a imunização ativa de bebês a partir de 2 meses de idade.

Esquema

Indicada aos 2, 4 e 6 meses de vida e reforço aos 15 meses. Pode ser intercalada com a vacina pentavalente, conforme disponibilidade do produto, avaliando-se as doses anteriores de hepatite B.

Eventos adversos

Febre e reações locais (dor, vermelhidão e edema) são as mais comuns. Raramente pode ocorrer: irritação, choro intenso, síndrome hipotônica-hiporresponsiva.

Indicação

É indicada para a imunização ativa de bebês a partir de 2 meses até 5 anos de idade ( a depender do fabricante).

Esquema

Indicada aos 2, 4, 6 meses de vida e reforço aos 15 meses. Pode ser intercalada com a vacina hexavalente, conforme disponibilidade do produto, avaliando-se as doses anteriores de hepatite B.

Eventos adversos

Febre e reações locais (dor, vermelhidão e edema) são as mais comuns. Raramente pode ocorrer: irritação, choro intenso, síndrome hipotônica-hiporresponsiva.

Indicação

Bebês de 6 semanas a 8 meses e 0 dia. A primeira dose deve ser obrigatoriamente aplicada até a idade de 3 meses e 15 dias, e a última dose até os 7 meses e 29 dias.

Esquema

Para crianças a partir de 6 semanas de idade: três doses, com intervalo mínimo de quatro semanas. Esquema padrão: 2, 4 e 6 meses de idade. A idade máxima para começar a vacinação é 3 meses e 15 dias. Se houver atraso, a imunização não poderá ser feita. Da mesma forma, a idade máxima para a última dose é 7 meses e 29 dias.

Eventos adversos

A vacina é segura e apresenta boa eficácia. Assim como qualquer vacina, pode apresentar eventos adversos. Sintomas de gastrenterite podem ocorrer em menos de 10% dos vacinados. Além disso pode ocorrer irritabilidade, perda de apetite e fadiga.

Indicação

Para crianças a partir de 2 meses é recomendada a vacinação rotineira com VPC13. Para adolescentes e adultos portadores de certas doenças crônicas, recomenda-se esquema com as vacinas VPC13 e VPP23. Para maiores de 50 anos e, sobretudo, para maiores de 60, recomenda-se esquema com as vacinas VPC13 e VPP23.

Esquema

As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam a vacinação infantil de rotina com quatro doses: aos 2, 4 e 6 meses de vida e reforço entre 12 e 15 meses. Para crianças entre 1 e 2 anos e não vacinadas: duas doses com intervalo de dois meses. Para maiores de 50 anos: dose única. Para os maiores de 60 anos, recomenda-se complementar a vacinação com a vacina pneumocócica polissacarídica 23-valente.

Eventos adversos

Em mais de 10% das crianças vacinadas ocorrem: diminuição do apetite, irritabilidade, sonolência ou sono inquieto, febre e reações no local da aplicação (dor, vermelhidão, inchaço ou endurecimento).  Em adultos, mais de 10% apresentam: diminuição do apetite, dor de cabeça, diarreia, erupção cutânea, dor nas articulações, dor muscular, calafrios, cansaço e reações locais (endurecimento, inchaço, dor, limitação do movimento do braço).

Indicação

Para crianças acima de 2 anos, adolescentes e adultos que tenham algum problema de saúde que aumenta o risco para doença pneumocócica (diabetes, doenças cardíacas e respiratórias graves; sem baço ou com o funcionamento comprometido desse órgão; com problemas de imunidade, entre outras condições), nestes casos somente com pedido médico. Para pessoas a partir de 60 anos deve ser aplicada de rotina. Não é recomendada como rotina para crianças, adolescentes e adultos saudáveis. Caso seja necessário a aplicação antes dos 60 anos de idade será necessario apresentação do pedido médico.

Esquema

Recomenda-se a combinação da VPP23 com a VPC13. Idealmente, deve-se iniciar o esquema com a aplicação de vacina pneumocócica conjugada (VPC10 ou VPC13) — veja as indicações de cada uma — e aplicar uma dose da VPP23 seis a doze meses depois da dose da vacina conjugada, e outra cinco anos após a primeira dose de VPP23. * Na maioria das vezes não se recomenda aplicar mais de duas doses de VPP23. Se a segunda dose da VPP23 foi aplicada antes dos 65 anos, está recomendada uma terceira dose depois dessa idade, com intervalo mínimo de cinco anos.

Eventos adversos

As reações adversas mais frequentes, são: dor no local da aplicação, inchaço ou endurecimento; vermelhidão, dor de cabeça; cansaço e dor muscular. Reações locais mais intensas como: inchaço de todo braço, chegando até o cotovelo, hematoma e manchas vermelhas podem ocorrer.

Indicação

Para crianças e adolescentes, conforme recomendações das sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e Imunizações (SBIm). Para adultos com até 50 anos, dependendo de risco epidemiológico. Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

Esquema

As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam o uso rotineiro de quatro doses da vacina meningocócica B aos 3, 5 e 7 meses de vida e entre 12 e 15 meses. Para crianças mais velhas que não foram vacinadas o esquema de doses varia conforme a faixa etária. Para adolescentes não vacinados antes, a SBP e a SBIm recomendam duas doses com intervalo de um mês. Para adultos com até 50 anos, em situações que justifiquem: duas doses com intervalo de um mês.

Eventos adversos

Em crianças menores de 2 anos, febre alta com duração de 24 a 28 horas pode ocorrer em mais de 10% dos vacinados. Quando a vacina é aplicada junto com a tríplice bacteriana acelular, pneumocócica conjugada, hemófilo influenza tipo b , poliomielite e hepatite B, esse percentual aumenta para 69% a 79%. Por isso é preferível não aplicá-las no mesmo dia. * Em crianças até 10 anos, em mais de 10% dos vacinados acontecem: perda de apetite; sonolência; choro persistente; irritabilidade; diarreia; vômitos; erupções na pele; sensibilidade no local da aplicação e ao movimentar o membro onde foi aplicada a vacina; reações locais (dor, calor, vermelhidão, inchaço).* Em mais de 10% dos vacinados com mais de 11 anos ocorre cefaleia; náuseas; dor nos músculos e articulações; mal-estar e reações locais, como inchaço, endurecimento, vermelhidão e dor. A dor pode ser muito intensa, atrapalhando a realização das atividades cotidianas. Não é conhecido o risco para anafilaxia, e reações alérgicas graves não foram verificadas durante os estudos com a vacina.

Indicação

Indicada para crinças a partir de 3 meses de idade; Adolescentes; adultos e idosos, dependendo da situação epidemiológica. Pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica. Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

Esquema

indicada aos 3 e 5 meses, com reforço aos 12 meses. As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam que, além dessas doses, sejam feitos reforços entre 5 e 6 e aos 11 anos de idade. Para adolescentes a SBP e a SBIm recomendam, para os não vacinados, duas doses com intervalo de cinco anos. Adultos dose única.

Eventos adversos

As reações, quando acontecem, manifestam-se nas primeiras horas após a vacinação e melhoram em cerca de 72 horas. Em mais de 10% dos vacinados ocorrem: vermelhidão, inchaço, dor ou sensibilidade no local da aplicação; dor de cabeça (principalmente em adultos). Em crianças com menos de 2 anos podem ocorrer vômitos, diarreia, inapetência, sonolência e agitação. Entre 1% e 10% dos vacinados são acometidos por febre maior ou igual a 38°C, irritabilidade, choro intenso (em crianças com menos de 2 anos) e dores musculares.

Indicação

Para crianças e adolescentes, conforme recomendações das sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e Imunizações (SBIm). Para adultos e idosos, dependendo da situação epidemiológica. Para pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica. Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

Esquema

Para crianças, a vacinação deve iniciar aos 3 meses de idade com três doses no primeiro ano de vida e reforços aos 12 meses, 5 anos e 11 anos de idade. Para adolescentes que nunca receberam a vacina meningocócica conjugada quadrivalente — ACWY, são recomendadas duas doses com intervalo de cinco anos. Para adultos: dose única.

Eventos adversos

Em 10% dos vacinados ocorrem: inchaço, endurecimento, dor e vermelhidão no local da aplicação; perda de apetite; irritabilidade; sonolência; dor de cabeça; febre; calafrios; cansaço; e dor muscular. Entre 1% e 10% dos vacinados apresentam sintomas gastrintestinais (incluindo diarreia, vômito e náusea); hematoma grande no local da aplicação; erupções na pele e dor nas articulações. Em 0,1% a 1% dos vacinados ocorrem: insônia; choro persistente; sensibilidade diminuída da pele no local da aplicação; vertigem; coceira; dor muscular; dor nas mãos e pés e mal-estar. Em 0,01% a 0,1%, principalmente em adultos, acontece inchaço extenso no membro em que foi aplicada a vacina, com frequência associado à vermelhidão, algumas vezes envolvendo a articulação próxima ou inchaço de todo o membro. As reações tendem a desaparecer em até 72 horas.

Indicação

A vacina hepatite A infantil é indicada a partir de 12 meses de vida. Atualmente, encontram-se disponíveis 2 tipos de vacinas que protegem contra a hepatite A, uma com proteção exclusiva a ela e outra, combinada, com proteção simultânea contra a hepatite A e B.

Esquema

Duas doses com intervalo de seis meses. As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam a aplicação rotineira aos 12 e 18 meses de idade, ou o mais cedo possível, quando a vacinação não ocorrer nestas idades recomendadas.

Eventos adversos

Em 10% dos vacinados ocorrem: irritabilidade, dor de cabeça, cansaço, dor e vermelhidão no local da aplicação. Entre 1% e 10% dos vacinados apresentam: perda de apetite, sonolência, diarreia, náusea, vômito, inchaço, mal-estar, febre baixa, endurecimento no local da aplicação.

Indicação

É indicada para a imunização ativa contra a doença causada pelo vírus da hepatite A (VHA) em indivíduos com risco de exposição a esse patógeno. Em áreas de baixa a média prevalência de hepatite A, recomeda-se vacinas especialmente pessoas com maior risco de infecção, como: – Viajantes para áreas onde a incidência de hepatite A é alta. – Indivíduos das Forças Armadas que viajam para áreas de alta endemicidade ou para regiões onde as condições higiênicas podem causar alto risco de infecção pelo VHA. – Pessoas para as quais a hepatite A se constitui em risco ocupacional no trabalho ou que estão sob alto risco de transmissão. – Pessoas com risco aumentado devido ao comportamento sexual: homossexuais e indivíduos com multiplos parceiros sexuais. – usuários de drogas ilícitas injetáveis.

Esquema

São indicadas 2 doses, com intervalo de 6 meses entre elas.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns podem-se observar irritabilidade, dor de cabeça, cansaço, dor e vermelhidão no local da aplicação; e como comuns, perda de apetite, sonolência, diarreia, náusea, vômito, inchaço, mal-estar, febre baixa, endurecimento no local da aplicação. Reações alérgicas mais importantes foram raramente observadas.

Indicação

A vacina hepatite B infantil é indicada para todas as crianças, a partir do nascimento. A transmissão da doença pode acontecer da mãe para seu bebê durante a gestação e no momento do parto. A vacinação, portanto, é uma importante forma de prevenção dessa doença.

Esquema

3 doses no seguinte esquema: Esquema com a vacina isolada: – A primeira dose nas primeiras 12 horas de vida. – Segunda dose 1 mês após a primeira e a terceira doses seis meses depois da primeira. O esquema com a vacina combinada Hexavalente (DTPa-HB-VIP-HIB): – A primeira dose nas primeiras 12 horas de vida com a vacina isolada. – A segunda dose 60 dias após a primeira. – A terceira dose 6 meses após a primeira dose. Prematuro: Obrigatoriamente quatro doses (esquema 0 – 2 -4 – 6 meses ou 0 – 1 – 2 – 6 meses), em RNs nascidos com peso inferior a 2.000 g ou idade gestacional menor que 33 semanas, sendo a primeira dose nas primeiras 12 horas de vida.

Eventos adversos

Pode ocorrer dor no local da aplicação; endurecimento, inchaço e vermelhidão. Em relação às manifestações gerais pode ocorre: febre bem tolerada e autolimitada nas primeiras 24 horas após a aplicação; cansaço, tontura, dor de cabeça, irritabilidade e desconforto gastrintestinal.

Indicação

A vacina Hepatite B adulto é indicada para todas as idades para as pessoas não vacinadas na infância ou que desconhecem a vacinação inclusive as gestantes. A transmissão da doença pode ocorrer através do sangue, do sêmen, de secreções corporais infectadas. Dentre as formas mais comuns de contágio, citam-se a relação sexual sem proteção; procedimentos dentários e médicos, procedimentos na manicure ou no podólogo, na realização de tatuagens ou colocações de piercings; compartilhamento de seringas e agulhas contaminadas, como no caso do uso de drogas.

Esquema

Três doses, no esquema 0 – 1 – 6 meses.

Eventos adversos

Pode ocorrer dor no local da aplicação; endurecimento, inchaço e vermelhidão. Em relação às manifestações gerais pode ocorre: febre bem tolerada e autolimitada nas primeiras 24 horas após a aplicação; cansaço, tontura, dor de cabeça, irritabilidade e desconforto gastrintestinal.

Indicação

Crianças a partir dos 12 meses, adolescentes e adultos. É uma boa opção para pessoas que não foram vacinadas contra as duas hepatites.

Esquema

Crianças de 1 a 15 anos de idade: recomendam-se 2 doses, com intervalo de 6 meses entre elas. Pessoas com idade a partir de 16 anos: 3 doses (0, 1 e 6 meses após a primeira dose).

Eventos adversos

Reações no local da aplicação, como vermelhidão e inchaço. Eventos gerais como febre, dor de cabeça, mal-estar, cansaço, náusea e vômito podem surgir.

Indicação

É indicada para a imunização ativa contra a febre amarela a partir de 9 meses de idade. Adolescentes e adultos que vivem em regiões brasileiras classificadas como áreas de recomendação de vacinação, ou em viagem nacional/internacional de risco para a doença, ou com obrigatoriedade de comprovação da vacinação.

Esquema

Crianças: dose única aos 9 meses de idade. De acordo com o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Imunizações(SBIm), não é necessária uma segunda dose, aos 4 anos de idade. Adolescentes e Adultos que nunca receberam a vacina: é necessário apenas 1 dose na vida.

Eventos adversos

Assim como qualquer vacina, pode apresentar eventos adversos, os quais são geralmente leves e transitórios. Em até 25% dos casos, pode ocorrer febre, dores no corpo, vermelhidão ou inchaço no local da aplicação, efeitos que tendem a desaparecer em até 1 semana. Eventos adversos graves, reações sistêmicas e neurológicas persistindo por mais de 48 horas, associadas à vacinação contra febre amarela, parecem ocorrer com frequência mais elevada após os 60 anos de idade (1 a cada 125.000 vacinados). No entanto, de um modo geral, reações alérgicas mais importantes foram raramente observadas.

Indicação

A vacina febre tifóide é indicada na prevenção da febre tifóide em adultos e crianças a partir de 2 anos de idade. A vacina é indicada especialmente para pessoas que viajam para áreas endêmicas, migrantes, pessoas da área de saúde e militares.

Esquema

Uma única doses garante proteção, porém a revacinação deve ser ralizada com um intervalo de três anos se o pacientes ainda está exposto ao rsico da contaminação. O esquema de vacinação é o mesmo para crianças e adultos.

Eventos adversos

Os eventos adversos mais relatados após a administração foram reações leves no local da aplicação, como: dor, edema, eritema no local da aplicação e febre. Iniciando nas primeiras 48 horas após a vacinação e desaparecem geralmente dentro de 2 dias.

Indicação

Crianças a partir de 12 meses, adolescentes e adultos.

Esquema

Para ser considerado protegido, todo indivíduo dever ter tomado duas doses na vida, com intervalo mínimo de um mês, aplicadas a partir dos 12 meses de idade. Para crianças, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam como rotina duas doses: uma aos 12 meses e a segunda quando a criança tiver entre 1 ano e 3 meses, junto com a vacina varicela, podendo ser usadas as vacinas separadas (SCR e varicela) ou a combinada (tetraviral: SCR-V). Crianças mais velhas, adolescentes e adultos não vacinados ou sem comprovação de doses aplicadas: duas doses com intervalo de um a dois meses. Caso tenha recebido antes de 12 meses a vacinação, a mesma deverá ser repetida aos 12 meses e 3 meses depois.

Eventos adversos

As reações locais acometem menos de 0,1% dos vacinados e incluem: ardência, vermelhidão, dor e formação de nódulo. Febre alta (maior que 39,5⁰C), que surge de cinco a 12 dias após a vacinação, com um a cinco dias de duração, pode ocorrer em 5% a 15% dos vacinados.

Indicação

É indicada para a imunização ativa de crianças com idade de 12 meses a 12 anos de idade, contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela. A utilização em crinças com menos de 12 meses pode ser consideradaem casos de surtos na qual a vacina pode ser administrada a partir de 9 meses de idade.

Esquema

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam duas doses da vacina, com intervalo de três meses: aos 12 meses e entre 15 e 24 meses de idade. Se não for possível usar a quádrupla, é possível substituí-la pela tríplice viral (SCR) e a vacina varicela.

Eventos adversos

As reações adeversas mais comuns assocoiadas ao uso da vacina tetraviral são: Dor, vermelhidão e edema no local da aplicação, febre e irritabilidade.

Indicação

É recomendada de rotina para crianças a partir de 12 meses (excepcionalmente, em situações de surto, por exemplo, também para crianças menores, a partir de 9 meses). Todas as crianças, adolescentes e adultos suscetíveis (que não tiveram catapora) devem ser vacinados.

Esquema

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam duas doses da vacina varicela: a primeira aos 12 meses e a seguinte entre 15 e 24 meses de idade. Essas doses coincidem com o esquema de vacinação da vacina tríplice viral e, portanto, o uso da vacina Tetraviral pode ser adotado. Após 13 anos de idade: duas doses com intervalo mínimo de 30 dias. Caso seja aplicado a partir de 9 meses de idade, será necessário mais duas doses após 1 ano de idade.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns, podem-se observar reações no local da aplicação como vermelhidão e dor. Entre os comuns, observam-se inchaço local e febre, os quais são mais frequentes entre adolescentes e adultos. Cerca de 3% dos vacinados podem apresentar algumas vesículas, principalmente próximas ao local de aplicação. Reações alérgicas mais importantes foram raramente observadas.

Indicação

A vacina está licenciada para pessoas com 50 anos ou mais e é recomendada como rotina para maiores 60 anos de idade.

Esquema

Dose única.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns podem-se observar reações no local da aplicação como vermelhidão, dor, inchaço e coceira; e como comuns, dor de cabeça, dor no braço ou na perna, dor muscular, febre e dor nas articulações.

Indicação

A vacina está licenciada para crianças a partir de 9 anos de idade, adolescentes e adultos até 45 anos e é recomendada para indivíduos previamente infectados por um dos vírus da dengue (soropositivos com ou sem história da doença).

Esquema

Três doses com intervalo de seis meses.

Eventos adversos

As reações adversas mais frequentemente relatadas foram: dor de cabeça, dor no local da injeção, mal-estar e mialgia. As reações foram geralmente de gravidade leve a moderada e de curta duração (até três dias). O início foi tipicamente observado em até três dias após a vacinação, com exceção da febre, que surge dentro de 14 dias após a aplicação da vacina. As reações adversas sistêmicas tendem a ser menos frequentes após a segunda e a terceira doses.

Indicação

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) recomendam a vacinação de meninas e mulheres de 9 a 45 anos de idade e meninos e jovens de 9 a 26 anos. Homens e mulheres em idades fora da faixa de licenciamento também podem ser beneficiados com a vacinação, de acordo com critério médico, nesses caso, será necessário apresentar pedido médico.

Esquema

Para meninas e meninos de 9 a 14 anos, 11 meses e 29 dias são indicadas duas doses, com intervalo de seis meses entre elas (0 – 6 meses). Apartir dos 15 anos, são três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses). Todas as três doses devem ser administradas dentro do período de 1 ano. Independentemente da idade, meninas e mulheres imunodeprimidas por doença ou tratamento devem receber três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses).

Eventos adversos

Como reações comuns, observou-se: vermelhidão/arroxeamento, dor, inchaço e até coceira no local da aplicação nos primeiros dias após a administração da vacina. Pode ocorrer febre nos primeiros 15 dias.

Indicação

É indicada para a prevenção do câncer de colo de útero em meninas e mulheres a partir de 9 anos de idade, o mais precocemente possível sem limite de idade.

Esquema

Para meninas de 9 a 14 anos, 11 meses e 29 dias são recomendadas duas doses, com intervalo de seis meses entre elas (0 – 6 meses). A partir dos 15 anos, são três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses). Independentemente da idade, meninas e mulheres imunodeprimidas por doença ou tratamento devem receber três doses: a segunda, um a dois meses após a pr.imeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses).

Eventos adversos

Dor leve a moderada no local da aplicação; vermelhidão e edema.

Indicação

Para reforço das vacinas DTPa ou DTPw em crianças a partir de 4 anos de idade, adolescentes e adultos. Gestantes a partir da 20ª semana de gestação, o mais precocemente possível. Todas as pessoas que convivem com crianças menores de 2 anos, sobretudo bebês com menos de 1 ano, incluindo familiares, babás, cuidadores e profissionais da Saúde.

Esquema

Pode ser usada para a dose de reforço prevista para os 4-5 anos de idade. Recomendada para o reforço na adolescência. Recomendada para os reforços em adultos e idosos. Para crianças com mais de 7 anos, adolescentes e adultos que não tomaram ou sem registro de três doses de vacina contendo o toxoide tetânico anteriormente, recomenda-se uma dose de dTpa seguida de duas ou três doses da dT. As gestantes devem receber uma dose de dTpa, a cada gestação, ​a partir da 20ª semana de gestação. ​Se não vacinadas durante a gravidez, devem receber uma dose após o parto​, o mais precocemente possível (de preferência na maternidade).

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns em crianças, pode-se observar sonolência; reações no local da aplicação como dor, vermelhidão e inchaço; perda de apetite, irritabilidade, dor de cabeça e febre. Em adolescentes e adultos pode-se observar dor de cabeça, cansaço e reações no local da aplicação.

Indicação

Para crianças a partir de 3 ou 4 anos de idade, adolescentes e adultos, para os reforços de seus esquemas de vacinação. Pode substituir as formulações infantis da vacina tríplice bacteriana (DTPa e suas combinações) no reforço de 4 a 5 anos de idade. Para adolescentes e adultos, pode substituir a vacina dTpa e é a alternativa para viajantes com destinos às áreas de risco para poliomielite. Para gestantes, pode substituir a dTpa na indisponibilidade desta vacina ou quando se trata de gestante viajante para área de risco para a poliomielite, ficando a critério médico o uso off label em gestantes.

Esquema

Utilizada como reforço de esquemas de vacinação de crianças a partir de 3 ou 4 anos de idade, adolescentes e adultos. Pode substituir qualquer dose da vacina que protege contra difteria, tétano e coqueluche(dTpa). Em caso de viagens a locais de risco para a poliomielite, pode ser aplicada mesmo em pessoas que estejam em dia com a dTpa.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns em crianças, pode-se observar sonolência; reações no local da aplicação como dor, vermelhidão e inchaço; perda de apetite, irritabilidade, dor de cabeça e febre. Em adolescentes e adultos pode-se observar dor de cabeça, cansaço e reações no local da aplicação.

Indicação

Para todas as pessoas a partir de 3 anos de idade, principalmente aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

Esquema

Indicada a partir de 3 anos de idade. Indivíduos nunca vacinados menores de 9 anos devem receber 2 doses com intervalo de 30 dias entre elas. Para todos os demais, recomenda-se vacinação anual com apenas uma dose.

Eventos adversos

Em relação aos efeitos colaterais mais comuns, citam-se dor, vermelhidão e endurecimento local, os quais são leves e desaparecem em até 48 horas. Em menor frequência pode ocorrer febre, mal-estar e dor muscular, os quais têm início em 6-12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias.

Indicação

Para todas as pessoas a partir de 6 meses de idade, principalmente aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

Esquema

Crianças menores de 3 anos devem receber 2 doses de 0,25 mL com 30 dias de intervalo.

Eventos adversos

Em relação aos efeitos colaterais mais comuns, citam-se dor, vermelhidão e endurecimento local, os quais são leves e desaparecem em até 48 horas. Em menor frequência pode ocorrer febre, mal-estar e dor muscular, os quais têm início em 6-12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias.

Indicação

Para todas as pessoas a partir de 6 meses de idade, principalmente aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

Esquema

É indicada a partir de 6 meses de vida. Sendo que, para aqueles indivíduos nunca vacinados e menores de 9 anos de vida, deve-se fazer 2 doses com intervalo de 30 dias entre elas. Para todos os demais, recomenda-se vacinação anual com apenas uma dose. Crianças menores de 3 anos devem receber 2 doses de 0,25 mL com 30 dias de intervalo.

Eventos adversos

Em relação aos efeitos colaterais mais comuns, citam-se dor, vermelhidão e endurecimento local, os quais são leves e desaparecem em até 48 horas. Em menor frequência pode ocorrer febre, mal-estar e dor muscular, os quais têm início em 6-12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias.

Indicação

Crianças a partir de 2 meses, até 5 anos de idade. Crianças com mais de 5 anos, adolescentes e adultos com condições médicas que aumentam o risco para doenças por Hib: ausência de baço ou disfunção nesse órgão; antes e/ou após transplante de órgão ou medula óssea; após quimioterapia; entre outras. Nestes caso será necessário apresentar pedido médico.

Esquema

Indicada aos 2, 4 e 6 meses de idade. As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam um Reforço entre 15 e 18 meses. Crianças com mais de 5 anos, adolescentes e adultos não vacinados e com doenças que aumentem o risco da doença: duas doses com intervalo de dois meses. Nestes casos somente com pedido médico.

Eventos adversos

Pode ocorrer dor no local da aplicação, inchaço, endurecimento e vermelhidão. Em relação às manifestações gerais, febre nas primeiras 24 horas após a vacinação; cansaço, tontura, dor de cabeça, irritabilidade e desconforto gastrintestinal leve pode aparecer.

Indicação

É indicada para a imunização ativa de bebês a partir de 2 meses de idade.

Esquema

Indicada aos 2, 4 e 6 meses de vida e reforço aos 15 meses. Pode ser intercalada com a vacina pentavalente, conforme disponibilidade do produto, avaliando-se as doses anteriores de hepatite B.

Eventos adversos

Febre e reações locais (dor, vermelhidão e edema) são as mais comuns. Raramente pode ocorrer: irritação, choro intenso, síndrome hipotônica-hiporresponsiva.

Indicação

É indicada para a imunização ativa de bebês a partir de 2 meses até 5 anos de idade ( a depender do fabricante).

Esquema

Indicada aos 2, 4, 6 meses de vida e reforço aos 15 meses. Pode ser intercalada com a vacina hexavalente, conforme disponibilidade do produto, avaliando-se as doses anteriores de hepatite B.

Eventos adversos

Febre e reações locais (dor, vermelhidão e edema) são as mais comuns. Raramente pode ocorrer: irritação, choro intenso, síndrome hipotônica-hiporresponsiva.

Indicação

Bebês de 6 semanas a 8 meses e 0 dia. A primeira dose deve ser obrigatoriamente aplicada até a idade de 3 meses e 15 dias, e a última dose até os 7 meses e 29 dias.

Esquema

Para crianças a partir de 6 semanas de idade: três doses, com intervalo mínimo de quatro semanas. Esquema padrão: 2, 4 e 6 meses de idade. A idade máxima para começar a vacinação é 3 meses e 15 dias. Se houver atraso, a imunização não poderá ser feita. Da mesma forma, a idade máxima para a última dose é 7 meses e 29 dias.

Eventos adversos

A vacina é segura e apresenta boa eficácia. Assim como qualquer vacina, pode apresentar eventos adversos. Sintomas de gastrenterite podem ocorrer em menos de 10% dos vacinados. Além disso pode ocorrer irritabilidade, perda de apetite e fadiga.

Indicação

Para crianças a partir de 2 meses é recomendada a vacinação rotineira com VPC13. Para adolescentes e adultos portadores de certas doenças crônicas, recomenda-se esquema com as vacinas VPC13 e VPP23. Para maiores de 50 anos e, sobretudo, para maiores de 60, recomenda-se esquema com as vacinas VPC13 e VPP23.

Esquema

As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam a vacinação infantil de rotina com quatro doses: aos 2, 4 e 6 meses de vida e reforço entre 12 e 15 meses. Para crianças entre 1 e 2 anos e não vacinadas: duas doses com intervalo de dois meses. A patir de 2 anos de idade: dose única.

Eventos adversos

Em mais de 10% das crianças vacinadas ocorrem: diminuição do apetite, irritabilidade, sonolência ou sono inquieto, febre e reações no local da aplicação (dor, vermelhidão, inchaço ou endurecimento). Em adultos, mais de 10% apresentam: diminuição do apetite, dor de cabeça, diarreia, erupção cutânea, dor nas articulações, dor muscular, calafrios, cansaço e reações locais (endurecimento, inchaço, dor, limitação do movimento do braço).

Indicação

Para crianças acima de 2 anos, adolescentes e adultos que tenham algum problema de saúde que aumenta o risco para doença pneumocócica (diabetes, doenças cardíacas e respiratórias graves; sem baço ou com o funcionamento comprometido desse órgão; com problemas de imunidade, entre outras condições), nestes casos somente com pedido médico. Para pessoas a partir de 60 anos deve ser aplicada de rotina. Não é recomendada como rotina para crianças, adolescentes e adultos saudáveis. Caso seja necessário a aplicação antes dos 60 anos de idade será necessario apresentação do pedido médico.

Esquema

Recomenda-se a combinação da VPP23 com a VPC13. Idealmente, deve-se iniciar o esquema com a aplicação de vacina pneumocócica conjugada (VPC10 ou VPC13) — veja as indicações de cada uma — e aplicar uma dose da VPP23 seis a doze meses depois da dose da vacina conjugada, e outra cinco anos após a primeira dose de VPP23. * Na maioria das vezes não se recomenda aplicar mais de duas doses de VPP23.

Eventos adversos

As reações adversas mais frequentes, que ocorrem com mais são: dor no local da aplicação, inchaço ou endurecimento; vermelhidão, dor de cabeça; cansaço e dor muscular. Reações locais mais intensas como: inchaço de todo braço, chegando até o cotovelo, hematoma e manchas vermelhas podem ocorrer.

Indicação

Para crianças e adolescentes, conforme recomendações das sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e Imunizações (SBIm). Para adultos com até 50 anos, dependendo de risco epidemiológico. Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

Esquema

As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam o uso rotineiro de quatro doses da vacina meningocócica B aos 3, 5 e 7 meses de vida e entre 12 e 15 meses. Para crianças mais velhas que não foram vacinadas o esquema de doses varia conforme a faixa etária.

Eventos adversos

Em crianças menores de 2 anos, febre alta com duração de 24 a 28 horas pode ocorrer em mais de 10% dos vacinados. Quando a vacina é aplicada junto com a tríplice bacteriana acelular, pneumocócica conjugada, hemófilo influenza tipo b , poliomielite e hepatite B, esse percentual aumenta para 69% a 79%. Por isso é preferível não aplicá-las no mesmo dia. * Em crianças até 10 anos, em mais de 10% dos vacinados acontecem: perda de apetite; sonolência; choro persistente; irritabilidade; diarreia; vômitos; erupções na pele; sensibilidade no local da aplicação e ao movimentar o membro onde foi aplicada a vacina; reações locais (dor, calor, vermelhidão, inchaço). * Em mais de 10% dos vacinados com mais de 11 anos ocorre cefaleia; náuseas; dor nos músculos e articulações; mal-estar e reações locais, como inchaço, endurecimento, vermelhidão e dor. A dor pode ser muito intensa, atrapalhando a realização das atividades cotidianas. Não é conhecido o risco para anafilaxia, e reações alérgicas graves não foram verificadas durante os estudos com a vacina.

Indicação

Indicada para crinças a partir de 3 meses de idade; Adolescentes; adultos e idosos, dependendo da situação epidemiológica. Pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica. Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

Esquema

Indicada aos 3 e 5 meses, com reforço aos 12 meses. As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam que, além dessas doses, sejam feitos reforços entre 5 e 6 e aos 11 anos de idade. .

Eventos adversos

As reações, quando acontecem, manifestam-se nas primeiras horas após a vacinação e melhoram em cerca de 72 horas. Em mais de 10% dos vacinados ocorrem: vermelhidão, inchaço, dor ou sensibilidade no local da aplicação; dor de cabeça (principalmente em adultos). Em crianças com menos de 2 anos podem ocorrer vômitos, diarreia, inapetência, sonolência e agitação. Entre 1% e 10% dos vacinados são acometidos por febre maior ou igual a 38°C, irritabilidade, choro intenso (em crianças com menos de 2 anos) e dores musculares.

Indicação

Para crianças e adolescentes, conforme recomendações das sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e Imunizações (SBIm). Para adultos e idosos, dependendo da situação epidemiológica. Para pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica. Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

Esquema

Para crianças, a vacinação deve iniciar aos 3 meses de idade com três doses no primeiro ano de vida e reforços aos 12 meses, 5 anos e 11 anos de idade. Para adolescentes que nunca receberam a vacina meningocócica conjugada quadrivalente — ACWY, são recomendadas duas doses com intervalo de cinco anos. Para adultos: dose única.

Eventos adversos

Em 10% dos vacinados ocorrem: inchaço, endurecimento, dor e vermelhidão no local da aplicação; perda de apetite; irritabilidade; sonolência; dor de cabeça; febre; calafrios; cansaço; e dor muscular. Entre 1% e 10% dos vacinados apresentam sintomas gastrintestinais (incluindo diarreia, vômito e náusea); hematoma grande no local da aplicação; erupções na pele e dor nas articulações. Em 0,1% a 1% dos vacinados ocorrem: insônia; choro persistente; sensibilidade diminuída da pele no local da aplicação; vertigem; coceira; dor muscular; dor nas mãos e pés e mal-estar. Em 0,01% a 0,1%, principalmente em adultos, acontece inchaço extenso no membro em que foi aplicada a vacina, com frequência associado à vermelhidão, algumas vezes envolvendo a articulação próxima ou inchaço de todo o membro. * As reações tendem a desaparecer em até 72 horas.

Indicação

A vacina hepatite A infantil é indicada a partir de 12 meses de vida. Atualmente, encontram-se disponíveis 2 tipos de vacinas que protegem contra a hepatite A, uma com proteção exclusiva a ela e outra, combinada, com proteção simultânea contra a hepatite A e B.

Esquema

Duas doses com intervalo de seis meses. As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam a aplicação rotineira aos 12 e 18 meses de idade, ou o mais cedo possível, quando a vacinação não ocorrer nestas idades recomendadas.

Eventos adversos

Em 10% dos vacinados ocorrem: irritabilidade, dor de cabeça, cansaço, dor e vermelhidão no local da aplicação. Entre 1% e 10% dos vacinados apresentam: perda de apetite, sonolência, diarreia, náusea, vômito, inchaço, mal-estar, febre baixa, endurecimento no local da aplicação.

Indicação

É indicada para a imunização ativa contra a doença causada pelo vírus da hepatite A (VHA) em indivíduos com risco de exposição a esse patógeno. Em áreas de baixa a média prevalência de hepatite A, recomeda-se vacinas especialmente pessoas com maior risco de infecção, como: – Viajantes para áreas onde a incidência de hepatite A é alta. – Indivíduos das Forças Armadas que viajam para áreas de alta endemicidade ou para regiões onde as condições higiênicas podem causar alto risco de infecção pelo VHA. – Pessoas para as quais a hepatite A se constitui em risco ocupacional no trabalho ou que estão sob alto risco de transmissão. – Pessoas com risco aumentado devido ao comportamento sexual: homossexuais e indivíduos com multiplos parceiros sexuais. – usuários de drogas ilícitas injetáveis.

Esquema

São indicadas 2 doses, com intervalo de 6 meses entre elas.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns podem-se observar irritabilidade, dor de cabeça, cansaço, dor e vermelhidão no local da aplicação; e como comuns, perda de apetite, sonolência, diarreia, náusea, vômito, inchaço, mal-estar, febre baixa, endurecimento no local da aplicação. Reações alérgicas mais importantes foram raramente observadas.

Indicação

A vacina hepatite B infantil é indicada para todas as crianças, a partir do nascimento. A transmissão da doença pode acontecer da mãe para seu bebê durante a gestação e no momento do parto. A vacinação, portanto, é uma importante forma de prevenção dessa doença.

Esquema

3 doses no seguinte esquema: Esquema com a vacina isolada: – A primeira dose nas primeiras 12 horas de vida. – Segunda dose 1 mês após a primeira e a terceira doses seis meses depois da primeira. O esquema com a vacina combinada Hexavalente (DTPa-HB-VIP-HIB): – A primeira dose nas primeiras 12 horas de vida com a vacina isolada. – A segunda dose 60 dias após a primeira. – A terceira dose 6 meses após a primeira dose. Prematuro: Obrigatoriamente quatro doses (esquema 0 – 2 -4 – 6 meses ou 0 – 1 – 2 – 6 meses), em RNs nascidos com peso inferior a 2.000 g ou idade gestacional menor que 33 semanas, sendo a primeira dose nas primeiras 12 horas de vida.

Eventos adversos

Pode ocorrer dor no local da aplicação; endurecimento, inchaço e vermelhidão. Em relação às manifestações gerais pode ocorre: febre bem tolerada e autolimitada nas primeiras 24 horas após a aplicação; cansaço, tontura, dor de cabeça, irritabilidade e desconforto gastrintestinal.

Indicação

A vacina Hepatite B adulto é indicada para todas as idades para as pessoas não vacinadas na infância ou que desconhecem a vacinação inclusive as gestantes. A transmissão da doença pode ocorrer através do sangue, do sêmen, de secreções corporais infectadas. Dentre as formas mais comuns de contágio, citam-se a relação sexual sem proteção; procedimentos dentários e médicos, procedimentos na manicure ou no podólogo, na realização de tatuagens ou colocações de piercings; compartilhamento de seringas e agulhas contaminadas, como no caso do uso de drogas.

Esquema

Três doses, no esquema 0 – 1 – 6 meses.

Eventos adversos

Pode ocorrer dor no local da aplicação; endurecimento, inchaço e vermelhidão. Em relação às manifestações gerais pode ocorre: febre bem tolerada e autolimitada nas primeiras 24 horas após a aplicação; cansaço, tontura, dor de cabeça, irritabilidade e desconforto gastrintestinal.

Indicação

Crianças a partir dos 12 meses, adolescentes e adultos. É uma boa opção para pessoas que não foram vacinadas contra as duas hepatites.

Esquema

Crianças de 1 a 15 anos de idade: recomendam-se 2 doses, com intervalo de 6 meses entre elas. Pessoas com idade a partir de 16 anos: 3 doses (0, 1 e 6 meses após a primeira dose).

Eventos adversos

Reações no local da aplicação, como vermelhidão e inchaço. Eventos gerais como febre, dor de cabeça, mal-estar, cansaço, náusea e vômito podem surgir.

Indicação

É indicada para a imunização ativa contra a febre amarela a partir de 9 meses de idade. Adolescentes e adultos que vivem em regiões brasileiras classificadas como áreas de recomendação de vacinação, ou em viagem nacional/internacional de risco para a doença, ou com obrigatoriedade de comprovação da vacinação.

Esquema

Crianças: dose única aos 9 meses de idade. De acordo com o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Imunizações(SBIm), não é necessária uma segunda dose, aos 4 anos de idade. Adolescentes e adultos que nunca receberam a vacina: é necessário apenas 1 dose na vida.

Eventos adversos

Assim como qualquer vacina, pode apresentar eventos adversos, os quais são geralmente leves e transitórios. Em até 25% dos casos, pode ocorrer febre, dores no corpo, vermelhidão ou inchaço no local da aplicação, efeitos que tendem a desaparecer em até 1 semana. Eventos adversos graves, reações sistêmicas e neurológicas persistindo por mais de 48 horas, associadas à vacinação contra febre amarela, parecem ocorrer com frequência mais elevada após os 60 anos de idade (1 a cada 125.000 vacinados). No entanto, de um modo geral, reações alérgicas mais importantes foram raramente observadas.

Indicação

A vacina febre tifóide é indicada na prevenção da febre tifóide em adultos e crianças a partir de 2 anos de idade. A vacina é indicada especialmente para pessoas que viajam para áreas endêmicas, migrantes, pessoas da área de saúde e militares.

Esquema

Uma única doses garante proteção, porém a revacinação deve ser ralizada com um intervalo de três anos se o pacientes ainda está exposto ao rsico da contaminação. O esquema de vacinação é o mesmo para crianças e adultos.

Eventos adversos

Os eventos adversos mais relatados após a administração foram reações leves no local da aplicação, como: dor, edema, eritema no local da aplicação e febre. Iniciando nas primeiras 48 horas após a vacinação e desaparecem geralmente dentro de 2 dias.

Indicação

Crianças a partir de 12 meses, adolescentes e adultos.

Esquema

Para ser considerado protegido, todo indivíduo dever ter tomado duas doses na vida, com intervalo mínimo de um mês, aplicadas a partir dos 12 meses de idade. Para crianças, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam como rotina duas doses: uma aos 12 meses e a segunda quando a criança tiver entre 1 ano e 3 meses, junto com a vacina varicela, podendo ser usadas as vacinas separadas (SCR e varicela) ou a combinada (tetraviral: SCR-V). Crianças mais velhas, adolescentes e adultos não vacinados ou sem comprovação de doses aplicadas: duas doses com intervalo de um a dois meses. Caso tenha recebido antes de 12 meses a vacinação, a mesma deverá ser repetida aos 12 meses e 3 meses depois.

Eventos adversos

As reações locais acometem menos de 0,1% dos vacinados e incluem: ardência, vermelhidão, dor e formação de nódulo. Febre alta (maior que 39,5⁰C), que surge de cinco a 12 dias após a vacinação, com um a cinco dias de duração, pode ocorrer em 5% a 15% dos vacinados.

Indicação

É indicada para a imunização ativa de crianças com idade de 12 meses a 12 anos de idade, contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela. A utilização em crinças com menos de 12 meses pode ser consideradaem casos de surtos na qual a vacina pode ser administrada a partir de 9 meses de idade.

Esquema

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam duas doses da vacina, com intervalo de três meses: aos 12 meses e entre 15 e 24 meses de idade. Se não for possível usar a quádrupla, é possível substituí-la pela tríplice viral (SCR) e a vacina varicela.

Eventos adversos

As reações adeversas mais comuns assocoiadas ao uso da vacina tetraviral são: Dor, vermelhidão e edema no local da aplicação, febre e irritabilidade.

Indicação

É recomendada de rotina para crianças a partir de 12 meses (excepcionalmente, em situações de surto, por exemplo, também para crianças menores, a partir de 9 meses). Todas as crianças, adolescentes e adultos suscetíveis (que não tiveram catapora) devem ser vacinados.

Esquema

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam duas doses da vacina varicela: a primeira aos 12 meses e a seguinte entre 15 e 24 meses de idade. Essas doses coincidem com o esquema de vacinação da vacina tríplice viral e, portanto, o uso da vacina Tetraviral pode ser adotado. Após 13 anos de idade: duas doses com intervalo mínimo de 30 dias. Caso seja aplicado a partir de 9 meses de idade, será necessário mais duas doses após 1 ano de idade.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns, podem-se observar reações no local da aplicação como vermelhidão e dor. Entre os comuns, observam-se inchaço local e febre, os quais são mais frequentes entre adolescentes e adultos. Cerca de 3% dos vacinados podem apresentar algumas vesículas, principalmente próximas ao local de aplicação. Reações alérgicas mais importantes foram raramente observadas.

Indicação

A vacina está licenciada para pessoas com 50 anos ou mais e é recomendada como rotina para maiores 60 anos de idade.

Esquema

Dose única.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns podem-se observar reações no local da aplicação como vermelhidão, dor, inchaço e coceira; e como comuns, dor de cabeça, dor no braço ou na perna, dor muscular, febre e dor nas articulações.

Indicação

A vacina está licenciada para crianças a partir de 9 anos de idade, adolescentes e adultos até 45 anos e é recomendada para indivíduos previamente infectados por um dos vírus da dengue (soropositivos com ou sem história da doença).

Esquema

Três doses com intervalo de seis meses.

Eventos adversos

As reações adversas mais frequentemente relatadas foram: dor de cabeça, dor no local da injeção, mal-estar e mialgia. As reações foram geralmente de gravidade leve a moderada e de curta duração (até três dias). O início foi tipicamente observado em até três dias após a vacinação, com exceção da febre, que surge dentro de 14 dias após a aplicação da vacina. As reações adversas sistêmicas tendem a ser menos frequentes após a segunda e a terceira doses.

Indicação

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) recomendam a vacinação de meninas e mulheres de 9 a 45 anos de idade e meninos e jovens de 9 a 26 anos. Homens e mulheres em idades fora da faixa de licenciamento também podem ser beneficiados com a vacinação, de acordo com critério médico, nesses caso, será necessário apresentar pedido médico.

Esquema

Para meninas e meninos de 9 a 14 anos, 11 meses e 29 dias são indicadas duas doses, com intervalo de seis meses entre elas (0 – 6 meses). Apartir dos 15 anos, são três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses). Todas as três doses devem ser administradas dentro do período de 1 ano. Independentemente da idade, meninas e mulheres imunodeprimidas por doença ou tratamento devem receber três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses).

Eventos adversos

Como reações comuns, observou-se: vermelhidão/arroxeamento, dor, inchaço e até coceira no local da aplicação nos primeiros dias após a administração da vacina. Pode ocorrer febre nos primeiros 15 dias.

Indicação

É indicada para a prevenção do câncer de colo de útero em meninas e mulheres a partir de 9 anos de idade, o mais precocemente possível sem limite de idade.

Esquema

Para meninas de 9 a 14 anos, 11 meses e 29 dias são recomendadas duas doses, com intervalo de seis meses entre elas (0 – 6 meses). A partir dos 15 anos, são três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses). Independentemente da idade, meninas e mulheres imunodeprimidas por doença ou tratamento devem receber três doses: a segunda, um a dois meses após a pr.imeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses).

Eventos adversos

Dor leve a moderada no local da aplicação; vermelhidão e edema.

Indicação

Para reforço das vacinas DTPa ou DTPw em crianças a partir de 4 anos de idade, adolescentes e adultos. Gestantes a partir da 20ª semana de gestação, o mais precocemente possível. Todas as pessoas que convivem com crianças menores de 2 anos, sobretudo bebês com menos de 1 ano, incluindo familiares, babás, cuidadores e profissionais da Saúde.

Esquema

Pode ser usada para a dose de reforço prevista para os 4-5 anos de idade. Recomendada para o reforço na adolescência. Recomendada para os reforços em adultos e idosos. Para crianças com mais de 7 anos, adolescentes e adultos que não tomaram ou sem registro de três doses de vacina contendo o toxoide tetânico anteriormente, recomenda-se uma dose de dTpa seguida de duas ou três doses da dT. As gestantes devem receber uma dose de dTpa, a cada gestação, ​a partir da 20ª semana de gestação. ​Se não vacinadas durante a gravidez, devem receber uma dose após o parto​, o mais precocemente possível (de preferência na maternidade).

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns em crianças, pode-se observar sonolência; reações no local da aplicação como dor, vermelhidão e inchaço; perda de apetite, irritabilidade, dor de cabeça e febre. Em adolescentes e adultos pode-se observar dor de cabeça, cansaço e reações no local da aplicação.

Indicação

Para crianças a partir de 3 ou 4 anos de idade, adolescentes e adultos, para os reforços de seus esquemas de vacinação. Pode substituir as formulações infantis da vacina tríplice bacteriana (DTPa e suas combinações) no reforço de 4 a 5 anos de idade. Para adolescentes e adultos, pode substituir a vacina dTpa e é a alternativa para viajantes com destinos às áreas de risco para poliomielite. Para gestantes, pode substituir a dTpa na indisponibilidade desta vacina ou quando se trata de gestante viajante para área de risco para a poliomielite, ficando a critério médico o uso off label em gestantes.

Esquema

Utilizada como reforço de esquemas de vacinação de crianças a partir de 3 ou 4 anos de idade, adolescentes e adultos. Pode substituir qualquer dose da vacina que protege contra difteria, tétano e coqueluche(dTpa). Em caso de viagens a locais de risco para a poliomielite, pode ser aplicada mesmo em pessoas que estejam em dia com a dTpa.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns em crianças, pode-se observar sonolência; reações no local da aplicação como dor, vermelhidão e inchaço; perda de apetite, irritabilidade, dor de cabeça e febre. Em adolescentes e adultos pode-se observar dor de cabeça, cansaço e reações no local da aplicação.

Indicação

Para todas as pessoas a partir de 3 anos de idade, principalmente aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

Esquema

Indicada a partir de 3 anos de idade. Indivíduos nunca vacinados menores de 9 anos devem receber 2 doses com intervalo de 30 dias entre elas. Para todos os demais, recomenda-se vacinação anual com apenas uma dose.

Eventos adversos

Em relação aos efeitos colaterais mais comuns, citam-se dor, vermelhidão e endurecimento local, os quais são leves e desaparecem em até 48 horas. Em menor frequência pode ocorrer febre, mal-estar e dor muscular, os quais têm início em 6-12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias.

Indicação

Para todas as pessoas a partir de 6 meses de idade, principalmente aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

Esquema

Crianças menores de 3 anos devem receber 2 doses de 0,25 mL com 30 dias de intervalo.

Eventos adversos

Em relação aos efeitos colaterais mais comuns, citam-se dor, vermelhidão e endurecimento local, os quais são leves e desaparecem em até 48 horas. Em menor frequência pode ocorrer febre, mal-estar e dor muscular, os quais têm início em 6-12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias.

Indicação

Para todas as pessoas a partir de 6 meses de idade, principalmente aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

Esquema

É indicada a partir de 6 meses de vida. Sendo que, para aqueles indivíduos nunca vacinados e menores de 9 anos de vida, deve-se fazer 2 doses com intervalo de 30 dias entre elas. Para todos os demais, recomenda-se vacinação anual com apenas uma dose. Crianças menores de 3 anos devem receber 2 doses de 0,25 mL com 30 dias de intervalo.

Eventos adversos

Em relação aos efeitos colaterais mais comuns, citam-se dor, vermelhidão e endurecimento local, os quais são leves e desaparecem em até 48 horas. Em menor frequência pode ocorrer febre, mal-estar e dor muscular, os quais têm início em 6-12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias.

Indicação

Crianças a partir de 12 meses, adolescentes e adultos.

Esquema

Para ser considerado protegido, todo indivíduo dever ter tomado duas doses na vida, com intervalo mínimo de um mês, aplicadas a partir dos 12 meses de idade.

Eventos adversos

As reações locais acometem menos de 0,1% dos vacinados e incluem: ardência, vermelhidão, dor e formação de nódulo. Febre alta (maior que 39,5⁰C), que surge de cinco a 12 dias após a vacinação, com um a cinco dias de duração, pode ocorrer em 5% a 15% dos vacinados.

Indicação

A vacina hepatite A infantil é indicada a partir de 12 meses de vida. Atualmente, encontram-se disponíveis 2 tipos de vacinas que protegem contra a hepatite A, uma com proteção exclusiva a ela e outra, combinada, com proteção simultânea contra a hepatite A e B.

Esquema

Duas doses com intervalo de seis meses.

Eventos adversos

Em 10% dos vacinados ocorrem: irritabilidade, dor de cabeça, cansaço, dor e vermelhidão no local da aplicação. Entre 1% e 10% dos vacinados apresentam: perda de apetite, sonolência, diarreia, náusea, vômito, inchaço, mal-estar, febre baixa, endurecimento no local da aplicação.

Indicação

A vacina hepatite B infantil é indicada para todas as crianças, a partir do nascimento. A transmissão da doença pode acontecer da mãe para seu bebê durante a gestação e no momento do parto. A vacinação, portanto, é uma importante forma de prevenção dessa doença.

Esquema

3 doses no seguinte esquema: 0-1-6 meses Para crianças mais velhas, adolescentes e adultos (eventualmente não vacinados no primeiro ano de vida), o PNI, a SBP e a SBIm recomendam três doses com intervalo de um mês entre primeira e a segunda e de cinco meses da segunda para a terceira.

Eventos adversos

Pode ocorrer dor no local da aplicação; endurecimento, inchaço e vermelhidão. Em relação às manifestações gerais pode ocorre: febre bem tolerada e autolimitada nas primeiras 24 horas após a aplicação; cansaço, tontura, dor de cabeça, irritabilidade e desconforto gastrintestinal.

Indicação

Crianças a partir dos 12 meses, adolescentes e adultos. É uma boa opção para pessoas que não foram vacinadas contra as duas hepatites.

Esquema

Crianças de 1 a 15 anos de idade: recomendam-se 2 doses, com intervalo de 6 meses entre elas. Pessoas com idade a partir de 16 anos: 3 doses (0, 1 e 6 meses após a primeira dose).

Eventos adversos

Reações no local da aplicação, como vermelhidão e inchaço. Eventos gerais como febre, dor de cabeça, mal-estar, cansaço, náusea e vômito podem surgir.

Indicação

Para reforço das vacinas DTPa ou DTPw em crianças a partir de 4 anos de idade, adolescentes e adultos. Gestantes a partir da 20ª semana de gestação, o mais precocemente possível. Todas as pessoas que convivem com crianças menores de 2 anos, sobretudo bebês com menos de 1 ano, incluindo familiares, babás, cuidadores e profissionais da Saúde.

Esquema

Pode ser usada para a dose de reforço prevista para os 4-5 anos de idade. Recomendada para o reforço na adolescência. Recomendada para os reforços em adultos e idosos. Para crianças com mais de 7 anos, adolescentes e adultos que não tomaram ou sem registro de três doses de vacina contendo o toxoide tetânico anteriormente, recomenda-se uma dose de dTpa seguida de duas ou três doses da dT. As gestantes devem receber uma dose de dTpa, a cada gestação, ​a partir da 20ª semana de gestação. ​Se não vacinadas durante a gravidez, devem receber uma dose após o parto​, o mais precocemente possível (de preferência na maternidade).

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns em crianças, pode-se observar sonolência; reações no local da aplicação como dor, vermelhidão e inchaço; perda de apetite, irritabilidade, dor de cabeça e febre. Em adolescentes e adultos pode-se observar dor de cabeça, cansaço e reações no local da aplicação.

Indicação

Para crianças a partir de 3 ou 4 anos de idade, adolescentes e adultos, para os reforços de seus esquemas de vacinação. Pode substituir as formulações infantis da vacina tríplice bacteriana (DTPa e suas combinações) no reforço de 4 a 5 anos de idade. Para adolescentes e adultos, pode substituir a vacina dTpa e é a alternativa para viajantes com destinos às áreas de risco para poliomielite. Para gestantes, pode substituir a dTpa na indisponibilidade desta vacina ou quando se trata de gestante viajante para área de risco para a poliomielite, ficando a critério médico o uso off label em gestantes.

Esquema

Utilizada como reforço de esquemas de vacinação de crianças a partir de 3 ou 4 anos de idade, adolescentes e adultos. Pode substituir qualquer dose da vacina que protege contra difteria, tétano e coqueluche(dTpa). Em caso de viagens a locais de risco para a poliomielite, pode ser aplicada mesmo em pessoas que estejam em dia com a dTpa.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns em crianças, pode-se observar sonolência; reações no local da aplicação como dor, vermelhidão e inchaço; perda de apetite, irritabilidade, dor de cabeça e febre. Em adolescentes e adultos pode-se observar dor de cabeça, cansaço e reações no local da aplicação.

Indicação

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) recomendam a vacinação de meninas e mulheres de 9 a 45 anos de idade e meninos e jovens de 9 a 26 anos. Homens e mulheres em idades fora da faixa de licenciamento também podem ser beneficiados com a vacinação, de acordo com critério médico, nesses caso, será necessário apresentar pedido médico.

Esquema

Para meninas e meninos de 9 a 14 anos, 11 meses e 29 dias são indicadas duas doses, com intervalo de seis meses entre elas (0 – 6 meses). Apartir dos 15 anos, são três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses). Todas as três doses devem ser administradas dentro do período de 1 ano. Independentemente da idade, meninas e mulheres imunodeprimidas por doença ou tratamento devem receber três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses).

Eventos adversos

Como reações comuns, observou-se: vermelhidão/arroxeamento, dor, inchaço e até coceira no local da aplicação nos primeiros dias após a administração da vacina. Pode ocorrer febre nos primeiros 15 dias.

Indicação

É indicada para a prevenção do câncer de colo de útero em meninas e mulheres a partir de 9 anos de idade, o mais precocemente possível sem limite de idade.

Esquema

Para meninas de 9 a 14 anos, 11 meses e 29 dias são recomendadas duas doses, com intervalo de seis meses entre elas (0 – 6 meses). A partir dos 15 anos, são três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses). Independentemente da idade, meninas e mulheres imunodeprimidas por doença ou tratamento devem receber três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses).

Eventos adversos

Dor leve a moderada no local da aplicação; vermelhidão e edema.

Indicação

É recomendada de rotina para crianças a partir de 12 meses (excepcionalmente, em situações de surto, por exemplo, também para crianças menores, a partir de 9 meses). Todas as crianças, adolescentes e adultos suscetíveis (que não tiveram catapora) devem ser vacinados.

Esquema

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam duas doses da vacina varicela: a primeira aos 12 meses e a seguinte entre 15 e 24 meses de idade. Após 13 anos de idade: duas doses com intervalo mínimo de 30 dias. Caso seja aplicado a partir de 9 meses de idade, será necessário mais duas doses após 1 ano de idade.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns, podem-se observar reações no local da aplicação como vermelhidão e dor. Entre os comuns, observam-se inchaço local e febre, os quais são mais frequentes entre adolescentes e adultos. Cerca de 3% dos vacinados podem apresentar algumas vesículas, principalmente próximas ao local de aplicação. Reações alérgicas mais importantes foram raramente observadas.

Indicação

Indicada para crinças a partir de 3 meses de idade; Adolescentes; adultos e idosos, dependendo da situação epidemiológica. Pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica. Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

Esquema

Indicada aos 3 e 5 meses, com reforço aos 12 meses. As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam que, além dessas doses, sejam feitos reforços entre 5 e 6 e aos 11 anos de idade. Para adolescentes a SBP e a SBIm recomendam, para os não vacinados, duas doses com intervalo de cinco anos.

Eventos adversos

As reações, quando acontecem, manifestam-se nas primeiras horas após a vacinação e melhoram em cerca de 72 horas. Em mais de 10% dos vacinados ocorrem: vermelhidão, inchaço, dor ou sensibilidade no local da aplicação; dor de cabeça (principalmente em adultos). Em crianças com menos de 2 anos podem ocorrer vômitos, diarreia, inapetência, sonolência e agitação. Entre 1% e 10% dos vacinados são acometidos por febre maior ou igual a 38°C, irritabilidade, choro intenso (em crianças com menos de 2 anos) e dores musculares.

Indicação

Para crianças e adolescentes, conforme recomendações das sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e Imunizações (SBIm). Para adultos e idosos, dependendo da situação epidemiológica. Para pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica. Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

Esquema

Para crianças, a vacinação deve iniciar aos 3 meses de idade com três doses no primeiro ano de vida e reforços aos 12 meses, 5 anos e 11 anos de idade. Para adolescentes que nunca receberam a vacina meningocócica conjugada quadrivalente — ACWY, são recomendadas duas doses com intervalo de cinco anos. Para adultos: dose única.

Eventos adversos

Em 10% dos vacinados ocorrem: inchaço, endurecimento, dor e vermelhidão no local da aplicação; perda de apetite; irritabilidade; sonolência; dor de cabeça; febre; calafrios; cansaço; e dor muscular. Entre 1% e 10% dos vacinados apresentam sintomas gastrintestinais (incluindo diarreia, vômito e náusea); hematoma grande no local da aplicação; erupções na pele e dor nas articulações. Em 0,1% a 1% dos vacinados ocorrem: insônia; choro persistente; sensibilidade diminuída da pele no local da aplicação; vertigem; coceira; dor muscular; dor nas mãos e pés e mal-estar. Em 0,01% a 0,1%, principalmente em adultos, acontece inchaço extenso no membro em que foi aplicada a vacina, com frequência associado à vermelhidão, algumas vezes envolvendo a articulação próxima ou inchaço de todo o membro. As reações tendem a desaparecer em até 72 horas.

Indicação

Para crianças e adolescentes, conforme recomendações das sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e Imunizações (SBIm). Para adultos com até 50 anos, dependendo de risco epidemiológico. Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

Esquema

Para adolescentes não vacinados antes, a SBP e a SBIm recomendam duas doses com intervalo de um mês.

Eventos adversos

Em crianças menores de 2 anos, febre alta com duração de 24 a 28 horas pode ocorrer em mais de 10% dos vacinados. Quando a vacina é aplicada junto com a tríplice bacteriana acelular, pneumocócica conjugada, hemófilo influenza tipo b , poliomielite e hepatite B, esse percentual aumenta para 69% a 79%. Por isso é preferível não aplicá-las no mesmo dia. Em crianças até 10 anos, em mais de 10% dos vacinados acontecem: perda de apetite; sonolência; choro persistente; irritabilidade; diarreia; vômitos; erupções na pele; sensibilidade no local da aplicação e ao movimentar o membro onde foi aplicada a vacina; reações locais (dor, calor, vermelhidão, inchaço). Em mais de 10% dos vacinados com mais de 11 anos ocorre cefaleia; náuseas; dor nos músculos e articulações; mal-estar e reações locais, como inchaço, endurecimento, vermelhidão e dor. A dor pode ser muito intensa, atrapalhando a realização das atividades cotidianas. Não é conhecido o risco para anafilaxia, e reações alérgicas graves não foram verificadas durante os estudos com a vacina.

Indicação

É indicada para a imunização ativa contra a febre amarela a partir de 9 meses de idade. Adolescentes e adultos que vivem em regiões brasileiras classificadas como áreas de recomendação de vacinação, ou em viagem nacional/internacional de risco para a doença, ou com obrigatoriedade de comprovação da vacinação.

Esquema

Adolescentes e adultos que nunca receberam a vacina: é necessário apenas 1 dose na vida.

Eventos adversos

Assim como qualquer vacina, pode apresentar eventos adversos, os quais são geralmente leves e transitórios. Em até 25% dos casos, pode ocorrer febre, dores no corpo, vermelhidão ou inchaço no local da aplicação, efeitos que tendem a desaparecer em até 1 semana. Eventos adversos graves, reações sistêmicas e neurológicas persistindo por mais de 48 horas, associadas à vacinação contra febre amarela, parecem ocorrer com frequência mais elevada após os 60 anos de idade (1 a cada 125.000 vacinados). No entanto, de um modo geral, reações alérgicas mais importantes foram raramente observadas.

Indicação

A vacina febre tifóide é indicada na prevenção da febre tifóide em adultos e crianças a partir de 2 anos de idade. A vacina é indicada especialmente para pessoas que viajam para áreas endêmicas, migrantes, pessoas da área de saúde e militares.

Esquema

Uma única doses garante proteção, porém a revacinação deve ser ralizada com um intervalo de três anos se o pacientes ainda está exposto ao rsico da contaminação. O esquema de vacinação é o mesmo para crianças e adultos.

Eventos adversos

Os eventos adversos mais relatados após a administração foram reações leves no local da aplicação, como: dor, edema, eritema no local da aplicação e febre. Iniciando nas primeiras 48 horas após a vacinação e desaparecem geralmente dentro de 2 dias.

Indicação

Para todas as pessoas a partir de 3 anos de idade, principalmente aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

Esquema

Indicada a partir de 3 anos de idade. Indivíduos nunca vacinados menores de 9 anos devem receber 2 doses com intervalo de 30 dias entre elas. Para todos os demais, recomenda-se vacinação anual com apenas uma dose.

Eventos adversos

Em relação aos efeitos colaterais mais comuns, citam-se dor, vermelhidão e endurecimento local, os quais são leves e desaparecem em até 48 horas. Em menor frequência pode ocorrer febre, mal-estar e dor muscular, os quais têm início em 6-12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias.

Indicação

Para todas as pessoas a partir de 6 meses de idade, principalmente aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

Esquema

É indicada a partir de 6 meses de vida. Sendo que, para aqueles indivíduos nunca vacinados e menores de 9 anos de vida, deve-se fazer 2 doses com intervalo de 30 dias entre elas. Para todos os demais, recomenda-se vacinação anual com apenas uma dose. Crianças menores de 3 anos devem receber 2 doses de 0,25 mL com 30 dias de intervalo.

Eventos adversos

Em relação aos efeitos colaterais mais comuns, citam-se dor, vermelhidão e endurecimento local, os quais são leves e desaparecem em até 48 horas. Em menor frequência pode ocorrer febre, mal-estar e dor muscular, os quais têm início em 6-12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias.

Indicação

A vacina está licenciada para crianças a partir de 9 anos de idade, adolescentes e adultos até 45 anos e é recomendada para indivíduos previamente infectados por um dos vírus da dengue (soropositivos com ou sem história da doença).

Esquema

Três doses com intervalo de seis meses.

Eventos adversos

As reações adversas mais frequentemente relatadas foram: dor de cabeça, dor no local da injeção, mal-estar e mialgia. As reações foram geralmente de gravidade leve a moderada e de curta duração (até três dias). O início foi tipicamente observado em até três dias após a vacinação, com exceção da febre, que surge dentro de 14 dias após a aplicação da vacina. As reações adversas sistêmicas tendem a ser menos frequentes após a segunda e a terceira doses.

Indicação

Para crianças a partir de 2 meses é recomendada a vacinação rotineira com VPC13. Para adolescentes e adultos portadores de certas doenças crônicas, recomenda-se esquema com as vacinas VPC13 e VPP23. Para maiores de 50 anos e, sobretudo, para maiores de 60, recomenda-se esquema com as vacinas VPC13 e VPP23.

Esquema

Para adolescentes e adultos com doenças crônicas que justifiquem a vacinação e ainda não vacinados: dose única.

Eventos adversos

Em mais de 10% das crianças vacinadas ocorrem: diminuição do apetite, irritabilidade, sonolência ou sono inquieto, febre e reações no local da aplicação (dor, vermelhidão, inchaço ou endurecimento). Em adultos, mais de 10% apresentam: diminuição do apetite, dor de cabeça, diarreia, erupção cutânea, dor nas articulações, dor muscular, calafrios, cansaço e reações locais (endurecimento, inchaço, dor, limitação do movimento do braço).

Indicação

Para crianças acima de 2 anos, adolescentes e adultos que tenham algum problema de saúde que aumenta o risco para doença pneumocócica (diabetes, doenças cardíacas e respiratórias graves; sem baço ou com o funcionamento comprometido desse órgão; com problemas de imunidade, entre outras condições), nestes casos somente com pedido médico. Para pessoas a partir de 60 anos deve ser aplicada de rotina. Não é recomendada como rotina para crianças, adolescentes e adultos saudáveis. Caso seja necessário a aplicação antes dos 60 anos de idade será necessario apresentação do pedido médico.

Esquema

Recomenda-se a combinação da VPP23 com a VPC13. Idealmente, deve-se iniciar o esquema com a aplicação de vacina pneumocócica conjugada (VPC10 ou VPC13) — veja as indicações de cada uma — e aplicar uma dose da VPP23 seis a doze meses depois da dose da vacina conjugada, e outra cinco anos após a primeira dose de VPP23. * Na maioria das vezes não se recomenda aplicar mais de duas doses de VPP23.

Eventos adversos

As reações adversas mais frequentes, que ocorrem com mais são: dor no local da aplicação, inchaço ou endurecimento; vermelhidão, dor de cabeça; cansaço e dor muscular. Reações locais mais intensas como: inchaço de todo braço, chegando até o cotovelo, hematoma e manchas vermelhas podem ocorrer.

Indicação

Crianças a partir de 12 meses, adolescentes e adultos.

Esquema

Para ser considerado protegido, todo indivíduo dever ter tomado duas doses na vida, com intervalo mínimo de um mês, aplicadas a partir dos 12 meses de idade. Crianças mais velhas, adolescentes e adultos não vacinados ou sem comprovação de doses aplicadas: duas doses com intervalo de um a dois meses.

Eventos adversos

As reações locais acometem menos de 0,1% dos vacinados e incluem: ardência, vermelhidão, dor e formação de nódulo. Febre alta (maior que 39,5⁰C), que surge de cinco a 12 dias após a vacinação, com um a cinco dias de duração, pode ocorrer em 5% a 15% dos vacinados.

Indicação

É indicada para a imunização ativa contra a doença causada pelo vírus da hepatite A (VHA) em indivíduos com risco de exposição a esse patógeno. Em áreas de baixa a média prevalência de hepatite A, recomeda-se vacinas especialmente pessoas com maior risco de infecção, como: – Viajantes para áreas onde a incidência de hepatite A é alta. – Indivíduos das Forças Armadas que viajam para áreas de alta endemicidade ou para regiões onde as condições higiênicas podem causar alto risco de infecção pelo VHA. – Pessoas para as quais a hepatite A se constitui em risco ocupacional no trabalho ou que estão sob alto risco de transmissão. – Pessoas com risco aumentado devido ao comportamento sexual: homossexuais e indivíduos com multiplos parceiros sexuais. – usuários de drogas ilícitas injetáveis.

Esquema

São indicadas 2 doses, com intervalo de 6 meses entre elas.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns podem-se observar irritabilidade, dor de cabeça, cansaço, dor e vermelhidão no local da aplicação; e como comuns, perda de apetite, sonolência, diarreia, náusea, vômito, inchaço, mal-estar, febre baixa, endurecimento no local da aplicação. Reações alérgicas mais importantes foram raramente observadas.

Indicação

A vacina Hepatite B adulto é indicada para todas as idades para as pessoas não vacinadas na infância ou que desconhecem a vacinação inclusive as gestantes. A transmissão da doença pode ocorrer através do sangue, do sêmen, de secreções corporais infectadas. Dentre as formas mais comuns de contágio, citam-se a relação sexual sem proteção; procedimentos dentários e médicos, procedimentos na manicure ou no podólogo, na realização de tatuagens ou colocações de piercings; compartilhamento de seringas e agulhas contaminadas, como no caso do uso de drogas.

Esquema

Três doses, no esquema 0 – 1 – 6 meses.

Eventos adversos

Pode ocorrer dor no local da aplicação; endurecimento, inchaço e vermelhidão. Em relação às manifestações gerais pode ocorre: febre bem tolerada e autolimitada nas primeiras 24 horas após a aplicação; cansaço, tontura, dor de cabeça, irritabilidade e desconforto gastrintestinal.

Indicação

Crianças a partir dos 12 meses, adolescentes e adultos. É uma boa opção para pessoas que não foram vacinadas contra as duas hepatites.

Esquema

Pessoas com idade a partir de 16 anos: 3 doses (0, 1 e 6 meses após a primeira dose).

Eventos adversos

Reações no local da aplicação, como vermelhidão e inchaço. Eventos gerais como febre, dor de cabeça, mal-estar, cansaço, náusea e vômito podem surgir.

Indicação

Para reforço das vacinas DTPa ou DTPw em crianças a partir de 4 anos de idade, adolescentes e adultos. Gestantes a partir da 20ª semana de gestação, o mais precocemente possível. Todas as pessoas que convivem com crianças menores de 2 anos, sobretudo bebês com menos de 1 ano, incluindo familiares, babás, cuidadores e profissionais da Saúde.

Esquema

Pode ser usada para a dose de reforço prevista para os 4-5 anos de idade. Recomendada para o reforço na adolescência. Recomendada para os reforços em adultos e idosos. Para crianças com mais de 7 anos, adolescentes e adultos que não tomaram ou sem registro de três doses de vacina contendo o toxoide tetânico anteriormente, recomenda-se uma dose de dTpa seguida de duas ou três doses da dT. As gestantes devem receber uma dose de dTpa, a cada gestação, ​a partir da 20ª semana de gestação. ​Se não vacinadas durante a gravidez, devem receber uma dose após o parto​, o mais precocemente possível (de preferência na maternidade).

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns em crianças, pode-se observar sonolência; reações no local da aplicação como dor, vermelhidão e inchaço; perda de apetite, irritabilidade, dor de cabeça e febre. Em adolescentes e adultos pode-se observar dor de cabeça, cansaço e reações no local da aplicação.

Indicação

Para crianças a partir de 3 ou 4 anos de idade, adolescentes e adultos, para os reforços de seus esquemas de vacinação. Pode substituir as formulações infantis da vacina tríplice bacteriana (DTPa e suas combinações) no reforço de 4 a 5 anos de idade. Para adolescentes e adultos, pode substituir a vacina dTpa e é a alternativa para viajantes com destinos às áreas de risco para poliomielite. Para gestantes, pode substituir a dTpa na indisponibilidade desta vacina ou quando se trata de gestante viajante para área de risco para a poliomielite, ficando a critério médico o uso off label em gestantes.

Esquema

Utilizada como reforço de esquemas de vacinação de crianças a partir de 3 ou 4 anos de idade, adolescentes e adultos. Pode substituir qualquer dose da vacina que protege contra difteria, tétano e coqueluche(dTpa). Em caso de viagens a locais de risco para a poliomielite, pode ser aplicada mesmo em pessoas que estejam em dia com a dTpa.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns em crianças, pode-se observar sonolência; reações no local da aplicação como dor, vermelhidão e inchaço; perda de apetite, irritabilidade, dor de cabeça e febre. Em adolescentes e adultos pode-se observar dor de cabeça, cansaço e reações no local da aplicação.

Indicação

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) recomendam a vacinação de meninas e mulheres de 9 a 45 anos de idade e meninos e jovens de 9 a 26 anos. Homens e mulheres em idades fora da faixa de licenciamento também podem ser beneficiados com a vacinação, de acordo com critério médico, nesses caso, será necessário apresentar pedido médico.

Esquema

Apartir dos 15 anos, são três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses). Todas as três doses devem ser administradas dentro do período de 1 ano. Independentemente da idade, meninas e mulheres imunodeprimidas por doença ou tratamento devem receber três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses).

Eventos adversos

Como reações comuns, observou-se: vermelhidão/arroxeamento, dor, inchaço e até coceira no local da aplicação nos primeiros dias após a administração da vacina. Pode ocorrer febre nos primeiros 15 dias.

Indicação

É indicada para a prevenção do câncer de colo de útero em meninas e mulheres a partir de 9 anos de idade, o mais precocemente possível sem limite de idade.

Esquema

A partir dos 15 anos, são três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses). Independentemente da idade, meninas e mulheres imunodeprimidas por doença ou tratamento devem receber três doses: a segunda, um a dois meses após a pr.imeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses).

Eventos adversos

Dor leve a moderada no local da aplicação; vermelhidão e edema.

Indicação

É recomendada de rotina para crianças a partir de 12 meses (excepcionalmente, em situações de surto, por exemplo, também para crianças menores, a partir de 9 meses). Todas as crianças, adolescentes e adultos suscetíveis (que não tiveram catapora) devem ser vacinados.

Esquema

Após 13 anos de idade: duas doses com intervalo mínimo de 30 dias. Caso seja aplicado a partir de 9 meses de idade, será necessário mais duas doses após 1 ano de idade.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns, podem-se observar reações no local da aplicação como vermelhidão e dor. Entre os comuns, observam-se inchaço local e febre, os quais são mais frequentes entre adolescentes e adultos. Cerca de 3% dos vacinados podem apresentar algumas vesículas, principalmente próximas ao local de aplicação. Reações alérgicas mais importantes foram raramente observadas.

Indicação

Adolescentes; adultos e idosos, dependendo da situação epidemiológica. Pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica. Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença. , Adultos dose única.

Esquema

As reações, quando acontecem, manifestam-se nas primeiras horas após a vacinação e melhoram em cerca de 72 horas. Em mais de 10% dos vacinados ocorrem: vermelhidão, inchaço, dor ou sensibilidade no local da aplicação; dor de cabeça (principalmente em adultos). Em crianças com menos de 2 anos podem ocorrer vômitos, diarreia, inapetência, sonolência e agitação. Entre 1% e 10% dos vacinados são acometidos por febre maior ou igual a 38°C, irritabilidade, choro intenso (em crianças com menos de 2 anos) e dores musculares.

Eventos adversos

Meningo ACWY Meningocócica ACWY

Indicação

Para crianças e adolescentes, conforme recomendações das sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e Imunizações (SBIm). Para adultos com até 50 anos, dependendo de risco epidemiológico. Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

Esquema

Para adultos com até 50 anos, em situações que justifiquem: duas doses com intervalo de um mês.

Eventos adversos

Em crianças menores de 2 anos, febre alta com duração de 24 a 28 horas pode ocorrer em mais de 10% dos vacinados. Quando a vacina é aplicada junto com a tríplice bacteriana acelular, pneumocócica conjugada, hemófilo influenza tipo b , poliomielite e hepatite B, esse percentual aumenta para 69% a 79%. Por isso é preferível não aplicá-las no mesmo dia. Em crianças até 10 anos, em mais de 10% dos vacinados acontecem: perda de apetite; sonolência; choro persistente; irritabilidade; diarreia; vômitos; erupções na pele; sensibilidade no local da aplicação e ao movimentar o membro onde foi aplicada a vacina; reações locais (dor, calor, vermelhidão, inchaço). Em mais de 10% dos vacinados com mais de 11 anos ocorre cefaleia; náuseas; dor nos músculos e articulações; mal-estar e reações locais, como inchaço, endurecimento, vermelhidão e dor. A dor pode ser muito intensa, atrapalhando a realização das atividades cotidianas. Não é conhecido o risco para anafilaxia, e reações alérgicas graves não foram verificadas durante os estudos com a vacina.

Indicação

Para todas as pessoas a partir de 3 anos de idade, principalmente aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

Esquema

Indicada a partir de 3 anos de idade. Indivíduos nunca vacinados menores de 9 anos devem receber 2 doses com intervalo de 30 dias entre elas. Para todos os demais, recomenda-se vacinação anual com apenas uma dose.

Eventos adversos

Em relação aos efeitos colaterais mais comuns, citam-se dor, vermelhidão e endurecimento local, os quais são leves e desaparecem em até 48 horas. Em menor frequência pode ocorrer febre, mal-estar e dor muscular, os quais têm início em 6-12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias.

Indicação

Para todas as pessoas a partir de 6 meses de idade, principalmente aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

Esquema

É indicada a partir de 6 meses de vida. Sendo que, para aqueles indivíduos nunca vacinados e menores de 9 anos de vida, deve-se fazer 2 doses com intervalo de 30 dias entre elas. Para todos os demais, recomenda-se vacinação anual com apenas uma dose. Crianças menores de 3 anos devem receber 2 doses de 0,25 mL com 30 dias de intervalo.

Eventos adversos

Em relação aos efeitos colaterais mais comuns, citam-se dor, vermelhidão e endurecimento local, os quais são leves e desaparecem em até 48 horas. Em menor frequência pode ocorrer febre, mal-estar e dor muscular, os quais têm início em 6-12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias.

Indicação

É indicada para a imunização ativa contra a febre amarela a partir de 9 meses de idade. Adolescentes e adultos que vivem em regiões brasileiras classificadas como áreas de recomendação de vacinação, ou em viagem nacional/internacional de risco para a doença, ou com obrigatoriedade de comprovação da vacinação.

Esquema

Adultos que nunca receberam a vacina: é necessário apenas 1 dose na vida.

Eventos adversos

Assim como qualquer vacina, pode apresentar eventos adversos, os quais são geralmente leves e transitórios. Em até 25% dos casos, pode ocorrer febre, dores no corpo, vermelhidão ou inchaço no local da aplicação, efeitos que tendem a desaparecer em até 1 semana. Eventos adversos graves, reações sistêmicas e neurológicas persistindo por mais de 48 horas, associadas à vacinação contra febre amarela, parecem ocorrer com frequência mais elevada após os 60 anos de idade (1 a cada 125.000 vacinados). No entanto, de um modo geral, reações alérgicas mais importantes foram raramente observadas.

Indicação

A vacina febre tifóide é indicada na prevenção da febre tifóide em adultos e crianças a partir de 2 anos de idade. A vacina é indicada especialmente para pessoas que viajam para áreas endêmicas, migrantes, pessoas da área de saúde e militares.

Esquema

Uma única doses garante proteção, porém a revacinação deve ser ralizada com um intervalo de três anos se o pacientes ainda está exposto ao rsico da contaminação. O esquema de vacinação é o mesmo para crianças e adultos.

Eventos adversos

Os eventos adversos mais relatados após a administração foram reações leves no local da aplicação, como: dor, edema, eritema no local da aplicação e febre. Iniciando nas primeiras 48 horas após a vacinação e desaparecem geralmente dentro de 2 dias.

Indicação

Para crianças a partir de 2 meses é recomendada a vacinação rotineira com VPC13. Para adolescentes e adultos portadores de certas doenças crônicas, recomenda-se esquema com as vacinas VPC13 e VPP23. Para maiores de 50 anos e, sobretudo, para maiores de 60, recomenda-se esquema com as vacinas VPC13 e VPP23.

Esquema

Para adolescentes e adultos com doenças crônicas que justifiquem a vacinação e ainda não vacinados: dose única. Para maiores de 50 anos: dose única. Para os maiores de 60 anos, recomenda-se complementar a vacinação com a vacina pneumocócica polissacarídica 23-valente.

Eventos adversos

Em mais de 10% das crianças vacinadas ocorrem: diminuição do apetite, irritabilidade, sonolência ou sono inquieto, febre e reações no local da aplicação (dor, vermelhidão, inchaço ou endurecimento). Em adultos, mais de 10% apresentam: diminuição do apetite, dor de cabeça, diarreia, erupção cutânea, dor nas articulações, dor muscular, calafrios, cansaço e reações locais (endurecimento, inchaço, dor, limitação do movimento do braço).

Indicação

Para crianças acima de 2 anos, adolescentes e adultos que tenham algum problema de saúde que aumenta o risco para doença pneumocócica (diabetes, doenças cardíacas e respiratórias graves; sem baço ou com o funcionamento comprometido desse órgão; com problemas de imunidade, entre outras condições), nestes casos somente com pedido médico. Para pessoas a partir de 60 anos deve ser aplicada de rotina. Não é recomendada como rotina para crianças, adolescentes e adultos saudáveis. Caso seja necessário a aplicação antes dos 60 anos de idade será necessario apresentação do pedido médico.

Esquema

Recomenda-se a combinação da VPP23 com a VPC13. Idealmente, deve-se iniciar o esquema com a aplicação de vacina pneumocócica conjugada (VPC10 ou VPC13) — veja as indicações de cada uma — e aplicar uma dose da VPP23 seis a doze meses depois da dose da vacina conjugada, e outra cinco anos após a primeira dose de VPP23. * Na maioria das vezes não se recomenda aplicar mais de duas doses de VPP23. Se a segunda dose da VPP23 foi aplicada antes dos 65 anos, está recomendada uma terceira dose depois dessa idade, com intervalo mínimo de cinco anos.

Eventos adversos

As reações adversas mais frequentes, que ocorrem com mais são: dor no local da aplicação, inchaço ou endurecimento; vermelhidão, dor de cabeça; cansaço e dor muscular. Reações locais mais intensas como: inchaço de todo braço, chegando até o cotovelo, hematoma e manchas vermelhas podem ocorrer.

Indicação

A vacina está licenciada para pessoas com 50 anos ou mais e é recomendada como rotina para maiores 60 anos de idade.

Esquema

Dose única.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns podem-se observar reações no local da aplicação como vermelhidão, dor, inchaço e coceira; e como comuns, dor de cabeça, dor no braço ou na perna, dor muscular, febre e dor nas articulações.

Indicação

A vacina está licenciada para crianças a partir de 9 anos de idade, adolescentes e adultos até 45 anos e é recomendada para indivíduos previamente infectados por um dos vírus da dengue (soropositivos com ou sem história da doença).

Esquema

Três doses com intervalo de seis meses.

Eventos adversos

As reações adversas mais frequentemente relatadas foram: dor de cabeça, dor no local da injeção, mal-estar e mialgia. As reações foram geralmente de gravidade leve a moderada e de curta duração (até três dias). O início foi tipicamente observado em até três dias após a vacinação, com exceção da febre, que surge dentro de 14 dias após a aplicação da vacina. As reações adversas sistêmicas tendem a ser menos frequentes após a segunda e a terceira doses.

Indicação

Gestantes previamemente vacinada, uma dose de dTpa a partir da 20ª semana de gestação, o mais precocemente possível. Em gestantes com vacinação incompleta tendo recebido uma dose de dT, deverá receber uma dose de dT e uma dose de dTpa a partir da 20ª semana de gestação. Em gestantes não vacinadas deverá receber duas doses de dT e uma dose de dTpa, sendo que a dTpa deve ser aplicada a partir da 20ª semana de gestação. Respeitar intervalo minímo de um mês entre elas. Todas as pessoas que convivem com crianças menores de 2 anos, sobretudo bebês com menos de 1 ano, incluindo familiares, babás,cuidadores e profissionais da Saúde.

Esquema

Pode ser usada para a dose de reforço prevista para os 4-5 anos de idade. Recomendada para o reforço na adolescência. Recomendada para os reforços em adultos e idosos. Para crianças com mais de 7 anos, adolescentes e adultos que não tomaram ou sem registro de três doses de vacina contendo o toxoide tetânico anteriormente, recomenda-se uma dose de dTpa seguida de duas ou três doses da dT. As gestantes devem receber uma dose de dTpa, a cada gestação, ​a partir da 20ª semana de gestação. ​Se não vacinadas durante a gravidez, devem receber uma dose após o parto​, o mais precocemente possível (de preferência na maternidade).

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns em crianças, pode-se observar sonolência; reações no local da aplicação como dor, vermelhidão e inchaço; perda de apetite, irritabilidade, dor de cabeça e febre. Em adolescentes e adultos pode-se observar dor de cabeça, cansaço e reações no local da aplicação.

Indicação

A vacina Hepatite B adulto é indicada para todas as idades para as pessoas não vacinadas na infância. A vacina de hepatite B é recomendada para todas as gestantes suscetíveis.

Esquema

Três doses, no esquema 0 – 1 – 6 meses.

Eventos adversos

Pode ocorrer dor no local da aplicação; endurecimento, inchaço e vermelhidão. Em relação às manifestações gerais pode ocorre: febre bem tolerada e autolimitada nas primeiras 24 horas após a aplicação; cansaço, tontura, dor de cabeça, irritabilidade e desconforto gastrintestinal.

Indicação

A gestante é grupo de risco para as complicações da infecção pelo vírus influenza. A vacina está recomendada nos meses da sazonalidade do vírus, mesmo no primeiro trimestre de gestação. Desde que disponível, a vacina influenza 4V é preferível à vacina Influenza 3V, por conferir maior cobertura das cepas circulantes. Na impossibilidade de uso da vacina 4V, utilizar a vacina 3V.

Esquema

Indicada a partir de 3 anos de idade. Indivíduos nunca vacinados menores de 9 anos devem receber 2 doses com intervalo de 30 dias entre elas. Para todos os demais, recomenda-se vacinação anual com apenas uma dose.

Eventos adversos

Em relação aos efeitos colaterais mais comuns, citam-se dor, vermelhidão e endurecimento local, os quais são leves e desaparecem em até 48 horas. Em menor frequência pode ocorrer febre, mal-estar e dor muscular, os quais têm início em 6-12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias.

Indicação

A gestante é grupo de risco para as complicações da infecção pelo vírus influenza. A vacina está recomendada nos meses da sazonalidade do vírus, mesmo no primeiro trimestre de gestação. Desde que disponível, a vacina influenza 4V é preferível à vacina Influenza 3V, por conferir maior cobertura das cepas circulantes. Na impossibilidade de uso da vacina 4V, utilizar a vacina 3V.

Esquema

É indicada a partir de 6 meses de vida. Sendo que, para aqueles indivíduos nunca vacinados e menores de 9 anos de vida, deve-se fazer 2 doses com intervalo de 30 dias entre elas. Para todos os demais, recomenda-se vacinação anual com apenas uma dose. Crianças menores de 3 anos devem receber 2 doses de 0,25 mL com 30 dias de intervalo.

Eventos adversos

Em relação aos efeitos colaterais mais comuns, citam-se dor, vermelhidão e endurecimento local, os quais são leves e desaparecem em até 48 horas. Em menor frequência pode ocorrer febre, mal-estar e dor muscular, os quais têm início em 6-12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias.

Indicação

É vacina inativada, portanto sem contraindicações. Já que no Brasil as situações de risco de exposição ao VHA são frequentes, a vainação deve ser considerada. Porém, essa vacina só é realizada mediante prescrição médica.

Esquema

São indicadas 2 doses, com intervalo de 6 meses entre elas.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns podem-se observar irritabilidade, dor de cabeça, cansaço, dor e vermelhidão no local da aplicação; e como comuns, perda de apetite, sonolência, diarreia, náusea, vômito, inchaço, mal-estar, febre baixa, endurecimento no local da aplicação. Reações alérgicas mais importantes foram raramente observadas.

Indicação

Crianças a partir dos 12 meses, adolescentes e adultos. É uma boa opção para pessoas que não foram vacinadas contra as duas hepatites. Porém, essa vacina só é realizada mediante prescrição médica.

Esquema

Pessoas com idade a partir de 16 anos: 3 doses (0, 1 e 6 meses após a primeira dose).

Eventos adversos

Reações no local da aplicação, como vermelhidão e inchaço. Eventos gerais como febre, dor de cabeça, mal-estar, cansaço, náusea e vômito podem surgir.

Indicação

Esquema sequencial de VPC13 e VPP23 pode ser feito em gestantes de risco para doença pneumocócica invasiva (DPI) somente com pedido médico. Porém, essa vacina só é realizada mediante prescrição médica.

Esquema

Adultos com doenças crônicas que justifiquem a vacinação e ainda não vacinados: dose única.

Eventos adversos

Em mais de 10% das crianças vacinadas ocorrem: diminuição do apetite, irritabilidade, sonolência ou sono inquieto, febre e reações no local da aplicação (dor, vermelhidão, inchaço ou endurecimento).  Em adultos, mais de 10% apresentam: diminuição do apetite, dor de cabeça, diarreia, erupção cutânea, dor nas articulações, dor muscular, calafrios, cansaço e reações locais (endurecimento, inchaço, dor, limitação do movimento do braço).

Indicação

As vacinas meningocócicas conjugadas são inativadas, portanto sem risco teórico para gestante e o feto. Porém, essa vacina só é realizada mediante prescrição médica.

Esquema

Dose única

Eventos adversos

As reações, quando acontecem, manifestam-se nas primeiras horas após a vacinação e melhoram em cerca de 72 horas. Em mais de 10% dos vacinados ocorrem: vermelhidão, inchaço, dor ou sensibilidade no local da aplicação; dor de cabeça (principalmente em adultos). Em crianças com menos de 2 anos podem ocorrer vômitos, diarreia, inapetência, sonolência e agitação. Entre 1% e 10% dos vacinados são acometidos por febre maior ou igual a 38°C, irritabilidade, choro intenso (em crianças com menos de 2 anos) e dores musculares.

Indicação

As vacinas meningocócicas conjugadas são inativadas, portanto sem risco teórico para gestante e o feto. Porém, essa vacina só é realizada mediante prescrição médica.

Esquema

Dose única.

Eventos adversos

Em 10% dos vacinados ocorrem: inchaço, endurecimento, dor e vermelhidão no local da aplicação; perda de apetite; irritabilidade; sonolência; dor de cabeça; febre; calafrios; cansaço; e dor muscular. Entre 1% e 10% dos vacinados apresentam sintomas gastrintestinais (incluindo diarreia, vômito e náusea); hematoma grande no local da aplicação; erupções na pele e dor nas articulações. Em 0,1% a 1% dos vacinados ocorrem: insônia; choro persistente; sensibilidade diminuída da pele no local da aplicação; vertigem; coceira; dor muscular; dor nas mãos e pés e mal-estar. Em 0,01% a 0,1%, principalmente em adultos, acontece inchaço extenso no membro em que foi aplicada a vacina, com frequência associado à vermelhidão, algumas vezes envolvendo a articulação próxima ou inchaço de todo o membro. * As reações tendem a desaparecer em até 72 horas.

Indicação

As vacinas meningocócicas conjugadas são inativadas, portanto sem risco teórico para gestante e o feto. Porém, essa vacina só é realizada mediante prescrição médica.

Esquema

Duas doses com intervalo de 30 dias entre as doses.

Eventos adversos

Em crianças menores de 2 anos, febre alta com duração de 24 a 28 horas pode ocorrer em mais de 10% dos vacinados. Quando a vacina é aplicada junto com a tríplice bacteriana acelular, pneumocócica conjugada, hemófilo influenza tipo b , poliomielite e hepatite B, esse percentual aumenta para 69% a 79%. Por isso é preferível não aplicá-las no mesmo dia. * Em crianças até 10 anos, em mais de 10% dos vacinados acontecem: perda de apetite; sonolência; choro persistente; irritabilidade; diarreia; vômitos; erupções na pele; sensibilidade no local da aplicação e ao movimentar o membro onde foi aplicada a vacina; reações locais (dor, calor, vermelhidão, inchaço). * Em mais de 10% dos vacinados com mais de 11 anos ocorre cefaleia; náuseas; dor nos músculos e articulações; mal-estar e reações locais, como inchaço, endurecimento, vermelhidão e dor. A dor pode ser muito intensa, atrapalhando a realização das atividades cotidianas. Não é conhecido o risco para anafilaxia, e reações alérgicas graves não foram verificadas durante os estudos com a vacina.

Indicação

Gestantes que viajam para países que exigem o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia(CIVP) devem ser isentadas da vacinação pelo médico assistente, se não houver risco de contrair a infecção. É contraindicada em nutrizes até que o bebê complete 6 meses; se a vacinação não puder ser evitada, suspender o aleitamento materno por dez dia

Esquema

Adultos que nunca receberam a vacina: é necessário apenas 1 dose na vida.

Eventos adversos

Assim como qualquer vacina, pode apresentar eventos adversos, os quais são geralmente leves e transitórios. Em até 25% dos casos, pode ocorrer febre, dores no corpo, vermelhidão ou inchaço no local da aplicação, efeitos que tendem a desaparecer em até 1 semana. Eventos adversos graves, reações sistêmicas e neurológicas persistindo por mais de 48 horas, associadas à vacinação contra febre amarela, parecem ocorrer com frequência mais elevada após os 60 anos de idade (1 a cada 125.000 vacinados). No entanto, de um modo geral, reações alérgicas mais importantes foram raramente observadas.

Indicação

Não vacinar na gestação.

Esquema

Duas doses com intervalo de 30 dias entre as doses.

Eventos adversos

As reações locais acometem menos de 0,1% dos vacinados e incluem: ardência, vermelhidão, dor e formação de nódulo. Febre alta (maior que 39,5⁰C), que surge de cinco a 12 dias após a vacinação, com um a cinco dias de duração, pode ocorrer em 5% a 15% dos vacinados.

Indicação

Não vacinar na gestação. Se a mulher tiver iniciado esquema antes da gestação, suspendê-lo até puerpério.

Esquema

Três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses).

Eventos adversos

Como reações comuns, observou-se: vermelhidão/arroxeamento, dor, inchaço e até coceira no local da aplicação nos primeiros dias após a administração da vacina. Pode ocorrer febre nos primeiros 15 dias.

Indicação

Não vacinar na gestação. Se a mulher tiver iniciado esquema antes da gestação, suspendê-lo até puerpério.

Esquema

Três doses: a segunda, um a dois meses após a pr.imeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses).

Eventos adversos

Dor leve a moderada no local da aplicação; vermelhidão e edema.

Indicação

Não vacinar na gestação.

Esquema

Após 13 anos de idade: duas doses com intervalo mínimo de 30 dias.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns, podem-se observar reações no local da aplicação como vermelhidão e dor. Entre os comuns, observam-se inchaço local e febre, os quais são mais frequentes entre adolescentes e adultos. Cerca de 3% dos vacinados podem apresentar algumas vesículas, principalmente próximas ao local de aplicação. Reações alérgicas mais importantes foram raramente observadas.

Indicação

Não vacinar na gestação.

Esquema

Três doses com intervalo de seis meses.

Eventos adversos

As reações adversas mais frequentemente relatadas foram: dor de cabeça, dor no local da injeção, mal-estar e mialgia. As reações foram geralmente de gravidade leve a moderada e de curta duração (até três dias). O início foi tipicamente observado em até três dias após a vacinação, com exceção da febre, que surge dentro de 14 dias após a aplicação da vacina. As reações adversas sistêmicas tendem a ser menos frequentes após a segunda e a terceira doses.

Indicação

Para todas as pessoas a partir de 3 anos de idade, principalmente aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

Esquema

Recomenda-se vacinação anual com apenas uma dose.

Eventos adversos

Em relação aos efeitos colaterais mais comuns, citam-se dor, vermelhidão e endurecimento local, os quais são leves e desaparecem em até 48 horas. Em menor frequência pode ocorrer febre, mal-estar e dor muscular, os quais têm início em 6-12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias.

Indicação

Para todas as pessoas a partir de 6 meses de idade, principalmente aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

Esquema

Recomenda-se vacinação anual com apenas uma dose.

Eventos adversos

Em relação aos efeitos colaterais mais comuns, citam-se dor, vermelhidão e endurecimento local, os quais são leves e desaparecem em até 48 horas. Em menor frequência pode ocorrer febre, mal-estar e dor muscular, os quais têm início em 6-12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias.

Indicação

Para maiores de 50 anos e, sobretudo, para maiores de 60, recomenda-se esquema com as vacinas VPC13 e VPP23.

Esquema

Para os maiores de 60 anos, recomenda-se complementar a vacinação com a vacina pneumocócica polissacarídica 23-valente.

Eventos adversos

Em adultos, mais de 10% apresentam: diminuição do apetite, dor de cabeça, diarreia, erupção cutânea, dor nas articulações, dor muscular, calafrios, cansaço e reações locais (endurecimento, inchaço, dor, limitação do movimento do braço).

Indicação

Para pessoas a partir de 60 anos deve ser aplicada de rotina. Não é recomendada como rotina para crianças, adolescentes e adultos saudáveis. Caso seja necessário a aplicação antes dos 60 anos de idade será necessario apresentação do pedido médico.

Esquema

Recomenda-se a combinação da VPP23 com a VPC13. Idealmente, deve-se iniciar o esquema com a aplicação de vacina pneumocócica conjugada (VPC10 ou VPC13) — veja as indicações de cada uma — e aplicar uma dose da VPP23 seis a doze meses depois da dose da vacina conjugada, e outra cinco anos após a primeira dose de VPP23. * Na maioria das vezes não se recomenda aplicar mais de duas doses de VPP23. Se a segunda dose da VPP23 foi aplicada antes dos 65 anos, está recomendada uma terceira dose depois dessa idade, com intervalo mínimo de cinco anos.

Eventos adversos

As reações adversas mais frequentes, que ocorrem com mais são: dor no local da aplicação, inchaço ou endurecimento; vermelhidão, dor de cabeça; cansaço e dor muscular. Reações locais mais intensas como: inchaço de todo braço, chegando até o cotovelo, hematoma e manchas vermelhas podem ocorrer.

Indicação

A vacina está licenciada para pessoas com 50 anos ou mais e é recomendada como rotina para maiores 60 anos de idade.

Esquema

Dose única.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns podem-se observar reações no local da aplicação como vermelhidão, dor, inchaço e coceira; e como comuns, dor de cabeça, dor no braço ou na perna, dor muscular, febre e dor nas articulações.

Indicação

Para reforço das vacinas DTPa ou DTPw Todas as pessoas que convivem com crianças menores de 2 anos, sobretudo bebês com menos de 1 ano, incluindo familiares, babás, cuidadores e profissionais da Saúde.

Esquema

Recomendada para os reforços em adultos e idosos. Reforço a cada 10 anos.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns em crianças, pode-se observar sonolência; reações no local da aplicação como dor, vermelhidão e inchaço; perda de apetite, irritabilidade, dor de cabeça e febre. Em adolescentes e adultos pode-se observar dor de cabeça, cansaço e reações no local da aplicação.

Indicação

Para adolescentes e adultos, pode substituir a vacina dTpa e é a alternativa para viajantes com destinos às áreas de risco para poliomielite. Para gestantes, pode substituir a dTpa na indisponibilidade desta vacina ou quando se trata de gestante viajante para área de risco para a poliomielite, ficando a critério médico o uso off label em gestantes.

Esquema

Em caso de viagens a locais de risco para a poliomielite, pode ser aplicada mesmo em pessoas que estejam em dia com a dTpa.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns em crianças, pode-se observar sonolência; reações no local da aplicação como dor, vermelhidão e inchaço; perda de apetite, irritabilidade, dor de cabeça e febre. Em adolescentes e adultos pode-se observar dor de cabeça, cansaço e reações no local da aplicação.

Indicação

É indicada para a imunização ativa contra a doença causada pelo vírus da hepatite A (VHA) em indivíduos com risco de exposição a esse patógeno. Em áreas de baixa a média prevalência de hepatite A, recomeda-se vacinas especialmente pessoas com maior risco de infecção, como: – Viajantes para áreas onde a incidência de hepatite A é alta. – Indivíduos das Forças Armadas que viajam para áreas de alta endemicidade ou para regiões onde as condições higiênicas podem causar alto risco de infecção pelo VHA. – Pessoas para as quais a hepatite A se constitui em risco ocupacional no trabalho ou que estão sob alto risco de transmissão. – Pessoas com risco aumentado devido ao comportamento sexual: homossexuais e indivíduos com multiplos parceiros sexuais. – usuários de drogas ilícitas injetáveis.

Esquema

São indicadas 2 doses, com intervalo de 6 meses entre elas.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns podem-se observar irritabilidade, dor de cabeça, cansaço, dor e vermelhidão no local da aplicação; e como comuns, perda de apetite, sonolência, diarreia, náusea, vômito, inchaço, mal-estar, febre baixa, endurecimento no local da aplicação. Reações alérgicas mais importantes foram raramente observadas.

Indicação

A vacina Hepatite B adulto é indicada para todas as idades para as pessoas não vacinadas na infância ou que desconhecem a vacinação inclusive as gestantes. A transmissão da doença pode ocorrer através do sangue, do sêmen, de secreções corporais infectadas. Dentre as formas mais comuns de contágio, citam-se a relação sexual sem proteção; procedimentos dentários e médicos, procedimentos na manicure ou no podólogo, na realização de tatuagens ou colocações de piercings; compartilhamento de seringas e agulhas contaminadas, como no caso do uso de drogas.

Esquema

Três doses, no esquema 0 – 1 – 6 meses.

Eventos adversos

Pode ocorrer dor no local da aplicação; endurecimento, inchaço e vermelhidão. Em relação às manifestações gerais pode ocorre: febre bem tolerada e autolimitada nas primeiras 24 horas após a aplicação; cansaço, tontura, dor de cabeça, irritabilidade e desconforto gastrintestinal.

Indicação

Crianças a partir dos 12 meses, adolescentes e adultos. É uma boa opção para pessoas que não foram vacinadas contra as duas hepatites.

Esquema

Pessoas com idade a partir de 16 anos: 3 doses (0, 1 e 6 meses após a primeira dose).

Eventos adversos

Reações no local da aplicação, como vermelhidão e inchaço. Eventos gerais como febre, dor de cabeça, mal-estar, cansaço, náusea e vômito podem surgir.

Indicação

Para idosos não previamente vacinados e residentes em áreas de vacinação, após avaliação de risco/ benefício. Embora raro, está descrito risco aumentado de eventos adversos graves na primovacinação de indivíduos maiores de 60 anos. Nessa situação, avaliarrisco/benefício e será necessário pedido médico para aqueles que nunca foram vacinados.

Esquema

Não há consenso sobre a duração da proteção conferida pela vacina. De acordo com o risco epidemiológico, uma segunda dose pode ser considerada pelo risco de falha vacinal.

Eventos adversos

Assim como qualquer vacina, pode apresentar eventos adversos, os quais são geralmente leves e transitórios. Em até 25% dos casos, pode ocorrer febre, dores no corpo, vermelhidão ou inchaço no local da aplicação, efeitos que tendem a desaparecer em até 1 semana. Eventos adversos graves, reações sistêmicas e neurológicas persistindo por mais de 48 horas, associadas à vacinação contra febre amarela, parecem ocorrer com frequência mais elevada após os 60 anos de idade (1 a cada 125.000 vacinados). No entanto, de um modo geral, reações alérgicas mais importantes foram raramente observadas.

Indicação

Adolescentes, adultos e idosos, dependendo da situação epidemiológica. Pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica.

Esquema

Dose única.

Eventos adversos

As reações, quando acontecem, manifestam-se nas primeiras horas após a vacinação e melhoram em cerca de 72 horas. Em mais de 10% dos vacinados ocorrem: vermelhidão, inchaço, dor ou sensibilidade no local da aplicação; dor de cabeça (principalmente em adultos). Em crianças com menos de 2 anos podem ocorrer vômitos, diarreia, inapetência, sonolência e agitação. Entre 1% e 10% dos vacinados são acometidos por febre maior ou igual a 38°C, irritabilidade, choro intenso (em crianças com menos de 2 anos) e dores musculares.

Indicação

Surtos e viagens para áreas de risco.

Esquema

Uma dose. A indicação da vacina, assim como a necessidade de reforços, dependerão da situação epidemiológica.

Eventos adversos

Em 10% dos vacinados ocorrem: inchaço, endurecimento, dor e vermelhidão no local da aplicação; perda de apetite; irritabilidade; sonolência; dor de cabeça; febre; calafrios; cansaço; e dor muscular. Entre 1% e 10% dos vacinados apresentam sintomas gastrintestinais (incluindo diarreia, vômito e náusea); hematoma grande no local da aplicação; erupções na pele e dor nas articulações. Em 0,1% a 1% dos vacinados ocorrem: insônia; choro persistente; sensibilidade diminuída da pele no local da aplicação; vertigem; coceira; dor muscular; dor nas mãos e pés e mal-estar. Em 0,01% a 0,1%, principalmente em adultos, acontece inchaço extenso no membro em que foi aplicada a vacina, com frequência associado à vermelhidão, algumas vezes envolvendo a articulação próxima ou inchaço de todo o membro. * As reações tendem a desaparecer em até 72 horas.

Indicação

Situações de risco aumentado. Para administração dessa vacina é necessário pedido médico.

Esquema

Uma dose. A indicação da vacina dependerá de risco epidemiológico e da situação individual de suscetibilidade.

Eventos adversos

As reações locais acometem menos de 0,1% dos vacinados e incluem: ardência, vermelhidão, dor e formação de nódulo. Febre alta (maior que 39,5⁰C), que surge de cinco a 12 dias após a vacinação, com um a cinco dias de duração, pode ocorrer em 5% a 15% dos vacinados.

Indicação

Crianças a partir de 12 meses, adolescentes e adultos.

Esquema

Adultos não vacinados ou sem comprovação de doses aplicadas: duas doses com intervalo de um a dois meses.

Eventos adversos

As reações locais acometem menos de 0,1% dos vacinados e incluem: ardência, vermelhidão, dor e formação de nódulo. Febre alta (maior que 39,5⁰C), que surge de cinco a 12 dias após a vacinação, com um a cinco dias de duração, pode ocorrer em 5% a 15% dos vacinados.

Indicação

É indicada para a imunização ativa contra a doença causada pelo vírus da hepatite A (VHA) em indivíduos com risco de exposição a esse patógeno. Em áreas de baixa a média prevalência de hepatite A, recomeda-se vacinas especialmente pessoas com maior risco de infecção, como Viajantes para áreas onde a incidência de hepatite A é alta. Indivíduos das Forças Armadas que viajam para áreas de alta endemicidade ou para regiões onde as condições higiênicas podem causar alto risco de infecção pelo VHA. Pessoas para as quais a hepatite A se constitui em risco ocupacional no trabalho ou que estão sob alto risco de transmissão. – Pessoas com risco aumentado devido ao comportamento sexual: homossexuais e indivíduos com multiplos parceiros sexuais. – usuários de drogas ilícitas injetáveis.

Esquema

São indicadas 2 doses, com intervalo de 6 meses entre elas.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns podem-se observar irritabilidade, dor de cabeça, cansaço, dor e vermelhidão no local da aplicação; e como comuns, perda de apetite, sonolência, diarreia, náusea, vômito, inchaço, mal-estar, febre baixa, endurecimento no local da aplicação. Reações alérgicas mais importantes foram raramente observadas.

Indicação

A vacina Hepatite B adulto é indicada para todas as idades para as pessoas não vacinadas na infância ou que desconhecem a vacinação inclusive as gestantes. A transmissão da doença pode ocorrer através do sangue, do sêmen, de secreções corporais infectadas. Dentre as formas mais comuns de contágio, citam-se a relação sexual sem proteção; procedimentos dentários e médicos, procedimentos na manicure ou no podólogo, na realização de tatuagens ou colocações de piercings; compartilhamento de seringas e agulhas contaminadas, como no caso do uso de drogas.

Esquema

Três doses, no esquema 0 – 1 – 6 meses.

Eventos adversos

Pode ocorrer dor no local da aplicação; endurecimento, inchaço e vermelhidão. Em relação às manifestações gerais pode ocorre: febre bem tolerada e autolimitada nas primeiras 24 horas após a aplicação; cansaço, tontura, dor de cabeça, irritabilidade e desconforto gastrintestinal.

Indicação

Crianças a partir dos 12 meses, adolescentes e adultos. É uma boa opção para pessoas que não foram vacinadas contra as duas hepatites.

Esquema

Crianças de 1 a 15 anos de idade: recomendam-se 2 doses, com intervalo de 6 meses entre elas. Pessoas com idade a partir de 16 anos: 3 doses (0, 1 e 6 meses após a primeira dose).

Eventos adversos

Reações no local da aplicação, como vermelhidão e inchaço. Eventos gerais como febre, dor de cabeça, mal-estar, cansaço, náusea e vômito podem surgir.

Indicação

Para reforço das vacinas DTPa ou DTPw em crianças a partir de 4 anos de idade, adolescentes e adultos. Gestantes a partir da 20ª semana de gestação, o mais precocemente possível. Todas as pessoas que convivem com crianças menores de 2 anos, sobretudo bebês com menos de 1 ano, incluindo familiares, babás, cuidadores e profissionais da Saúde.

Esquema

Pode ser usada para a dose de reforço prevista para os 4-5 anos de idade. Recomendada para o reforço na adolescência. Recomendada para os reforços em adultos e idosos. Para crianças com mais de 7 anos, adolescentes e adultos que não tomaram ou sem registro de três doses de vacina contendo o toxoide tetânico anteriormente, recomenda-se uma dose de dTpa seguida de duas ou três doses da dT. As gestantes devem receber uma dose de dTpa, a cada gestação, ​a partir da 20ª semana de gestação. ​Se não vacinadas durante a gravidez, devem receber uma dose após o parto​, o mais precocemente possível (de preferência na maternidade).

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns em crianças, pode-se observar sonolência; reações no local da aplicação como dor, vermelhidão e inchaço; perda de apetite, irritabilidade, dor de cabeça e febre. Em adolescentes e adultos pode-se observar dor de cabeça, cansaço e reações no local da aplicação.

Indicação

Para adolescentes e adultos, pode substituir a vacina dTpa e é a alternativa para viajantes com destinos às áreas de risco para poliomielite. Para gestantes, pode substituir a dTpa na indisponibilidade desta vacina ou quando se trata de gestante viajante para área de risco para a poliomielite, ficando a critério médico o uso off label em gestantes.

Esquema

Utilizada como reforço de esquemas de vacinação de crianças a partir de 3 ou 4 anos de idade, adolescentes e adultos. Pode substituir qualquer dose da vacina que protege contra difteria, tétano e coqueluche(dTpa). Em caso de viagens a locais de risco para a poliomielite, pode ser aplicada mesmo em pessoas que estejam em dia com a dTpa.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns em crianças, pode-se observar sonolência; reações no local da aplicação como dor, vermelhidão e inchaço; perda de apetite, irritabilidade, dor de cabeça e febre. Em adolescentes e adultos pode-se observar dor de cabeça, cansaço e reações no local da aplicação.

Indicação

Indicada para adultos dependendo da situação epidemiológica. Pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica. Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

Esquema

Dose única.

Eventos adversos

As reações, quando acontecem, manifestam-se nas primeiras horas após a vacinação e melhoram em cerca de 72 horas. Em mais de 10% dos vacinados ocorrem: vermelhidão, inchaço, dor ou sensibilidade no local da aplicação; dor de cabeça (principalmente em adultos). Entre 1% e 10% dos vacinados são acometidos por febre maior ou igual a 38°C, irritabilidade, choro intenso (em crianças com menos de 2 anos) e dores musculares.

Indicação

Para adultos dependendo da situação epidemiológica. Para pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica. Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

Esquema

Dose única.

Eventos adversos

Em 10% dos vacinados ocorrem: inchaço, endurecimento, dor e vermelhidão no local da aplicação; perda de apetite; irritabilidade; sonolência; dor de cabeça; febre; calafrios; cansaço; e dor muscular. Entre 1% e 10% dos vacinados apresentam sintomas gastrintestinais (incluindo diarreia, vômito e náusea); hematoma grande no local da aplicação; erupções na pele e dor nas articulações. Em 0,1% a 1% dos vacinados ocorrem: insônia; choro persistente; sensibilidade diminuída da pele no local da aplicação; vertigem; coceira; dor muscular; dor nas mãos e pés e mal-estar. Em 0,01% a 0,1%, principalmente em adultos, acontece inchaço extenso no membro em que foi aplicada a vacina, com frequência associado à vermelhidão, algumas vezes envolvendo a articulação próxima ou inchaço de todo o membro. As reações tendem a desaparecer em até 72 horas.

Indicação

Para adultos com até 50 anos, dependendo de risco epidemiológico. Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

Esquema

Para adultos com até 50 anos, em situações que justifiquem: duas doses com intervalo de um mês. Para crianças mais velhas que não foram vacinadas o esquema de doses varia conforme a faixa etária.

Eventos adversos

Em mais de 10% dos vacinados com mais de 11 anos ocorre cefaleia; náuseas; dor nos músculos e articulações; mal-estar e reações locais, como inchaço, endurecimento, vermelhidão e dor. A dor pode ser muito intensa, atrapalhando a realização das atividades cotidianas. Não é conhecido o risco para anafilaxia, e reações alérgicas graves não foram verificadas durante os estudos com a vacina.

Indicação

Para todas as pessoas a partir de 3 anos de idade, principalmente aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

Esquema

Indicada a partir de 3 anos de idade. Indivíduos nunca vacinados menores de 9 anos devem receber 2 doses com intervalo de 30 dias entre elas. Para todos os demais, recomenda-se vacinação anual com apenas uma dose.

Eventos adversos

Em relação aos efeitos colaterais mais comuns, citam-se dor, vermelhidão e endurecimento local, os quais são leves e desaparecem em até 48 horas. Em menor frequência pode ocorrer febre, mal-estar e dor muscular, os quais têm início em 6-12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias.

Indicação

Para todas as pessoas a partir de 6 meses de idade, principalmente aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

Esquema

Recomenda-se vacinação anual com apenas uma dose.

Eventos adversos

Em relação aos efeitos colaterais mais comuns, citam-se dor, vermelhidão e endurecimento local, os quais são leves e desaparecem em até 48 horas. Em menor frequência pode ocorrer febre, mal-estar e dor muscular, os quais têm início em 6-12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias.

Indicação

Adultos que vivem em regiões brasileiras classificadas como áreas de recomendação de vacinação, ou em viagem nacional/internacional de risco para a doença, ou com obrigatoriedade de comprovação da vacinação.

Esquema

Adultos que nunca receberam a vacina: é necessário apenas 1 dose na vida.

Eventos adversos

Assim como qualquer vacina, pode apresentar eventos adversos, os quais são geralmente leves e transitórios. Em até 25% dos casos, pode ocorrer febre, dores no corpo, vermelhidão ou inchaço no local da aplicação, efeitos que tendem a desaparecer em até 1 semana. Eventos adversos graves, reações sistêmicas e neurológicas persistindo por mais de 48 horas, associadas à vacinação contra febre amarela, parecem ocorrer com frequência mais elevada após os 60 anos de idade (1 a cada 125.000 vacinados). No entanto, de um modo geral, reações alérgicas mais importantes foram raramente observadas.

Indicação

A vacina febre tifóide é indicada na prevenção da febre tifóide em adultos e crianças a partir de 2 anos de idade. A vacina é indicada especialmente para pessoas que viajam para áreas endêmicas, migrantes, pessoas da área de saúde e militares.

Esquema

Uma única doses garante proteção, porém a revacinação deve ser ralizada com um intervalo de três anos se o pacientes ainda está exposto ao rsico da contaminação. O esquema de vacinação é o mesmo para crianças e adultos.

Eventos adversos

Os eventos adversos mais relatados após a administração foram reações leves no local da aplicação, como: dor, edema, eritema no local da aplicação e febre. Iniciando nas primeiras 48 horas após a vacinação e desaparecem geralmente dentro de 2 dias.

Indicação

A vacina está licenciada para crianças a partir de 9 anos de idade, adolescentes e adultos até 45 anos e é recomendada para indivíduos previamente infectados por um dos vírus da dengue (soropositivos com ou sem história da doença).

Esquema

Três doses com intervalo de seis meses.

Eventos adversos

As reações adversas mais frequentemente relatadas foram: dor de cabeça, dor no local da injeção, mal-estar e mialgia. As reações foram geralmente de gravidade leve a moderada e de curta duração (até três dias). O início foi tipicamente observado em até três dias após a vacinação, com exceção da febre, que surge dentro de 14 dias após a aplicação da vacina. As reações adversas sistêmicas tendem a ser menos frequentes após a segunda e a terceira doses.

Indicação

Crianças a partir de 12 meses, adolescentes e adultos.

Esquema

Para ser considerado protegido, todo indivíduo dever ter tomado duas doses na vida, com intervalo mínimo de um mês, aplicadas a partir dos 12 meses de idade. Para crianças, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam como rotina duas doses: uma aos 12 meses e a segunda quando a criança tiver entre 1 ano e 3 meses, junto com a vacina varicela, podendo ser usadas as vacinas separadas (SCR e varicela) ou a combinada (tetraviral: SCR-V). Crianças mais velhas, dolescentes e adultos não vacinados ou sem comprovação de doses aplicadas: duas doses com intervalo de um a dois meses. Caso tenha recebido antes de 12 meses a vacinação, a mesma deverá ser repetida aos 12 meses e 3 meses depois.

Eventos adversos

As reações locais acometem menos de 0,1% dos vacinados e incluem: ardência, vermelhidão, dor e formação de nódulo. Febre alta (maior que 39,5⁰C), que surge de cinco a 12 dias após a vacinação, com um a cinco dias de duração, pode ocorrer em 5% a 15% dos vacinados.

Indicação

É indicada para a imunização ativa contra a doença causada pelo vírus da hepatite A (VHA) em indivíduos com risco de exposição a esse patógeno. Em áreas de baixa a média prevalência de hepatite A, recomeda-se vacinas especialmente pessoas com maior risco de infecção, como: – Viajantes para áreas onde a incidência de hepatite A é alta. – Indivíduos das Forças Armadas que viajam para áreas de alta endemicidade ou para regiões onde as condições higiênicas podem causar alto risco de infecção pelo VHA. – Pessoas para as quais a hepatite A se constitui em risco ocupacional no trabalho ou que estão sob alto risco de transmissão. – Pessoas com risco aumentado devido ao comportamento sexual: homossexuais e indivíduos com multiplos parceiros sexuais. – usuários de drogas ilícitas injetáveis.

Esquema

São indicadas 2 doses, com intervalo de 6 meses entre elas.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns podem-se observar irritabilidade, dor de cabeça, cansaço, dor e vermelhidão no local da aplicação; e como comuns, perda de apetite, sonolência, diarreia, náusea, vômito, inchaço, mal-estar, febre baixa, endurecimento no local da aplicação. Reações alérgicas mais importantes foram raramente observadas.

Indicação

A vacina Hepatite B adulto é indicada para todas as idades para as pessoas não vacinadas na infância ou que desconhecem a vacinação inclusive as gestantes. A transmissão da doença pode ocorrer através do sangue, do sêmen, de secreções corporais infectadas. Dentre as formas mais comuns de contágio, citam-se a relação sexual sem proteção; procedimentos dentários e médicos, procedimentos na manicure ou no podólogo, na realização de tatuagens ou colocações de piercings; compartilhamento de seringas e agulhas contaminadas, como no caso do uso de drogas.

Esquema

Três doses, no esquema 0 – 1 – 6 meses.

Eventos adversos

Pode ocorrer dor no local da aplicação; endurecimento, inchaço e vermelhidão. Em relação às manifestações gerais pode ocorre: febre bem tolerada e autolimitada nas primeiras 24 horas após a aplicação; cansaço, tontura, dor de cabeça, irritabilidade e desconforto gastrintestinal.

Indicação

Crianças a partir dos 12 meses, adolescentes e adultos. É uma boa opção para pessoas que não foram vacinadas contra as duas hepatites.

Esquema

Crianças de 1 a 15 anos de idade: recomendam-se 2 doses, com intervalo de 6 meses entre elas. Pessoas com idade a partir de 16 anos: 3 doses (0, 1 e 6 meses após a primeira dose).

Eventos adversos

Reações no local da aplicação, como vermelhidão e inchaço. Eventos gerais como febre, dor de cabeça, mal-estar, cansaço, náusea e vômito podem surgir.

Indicação

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) recomendam a vacinação de meninas e mulheres de 9 a 45 anos de idade e meninos e jovens de 9 a 26 anos. Homens e mulheres em idades fora da faixa de licenciamento também podem ser beneficiados com a vacinação, de acordo com critério médico, nesses caso, será necessário apresentar pedido médico.

Esquema

Para meninas e meninos de 9 a 14 anos, 11 meses e 29 dias são indicadas duas doses, com intervalo de seis meses entre elas (0 – 6 meses). A partir dos 15 anos, são três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses). Independentemente da idade, meninas e mulheres imunodeprimidas por doença ou tratamento devem receber três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses).

Eventos adversos

Como reações comuns, observou-se: vermelhidão/arroxeamento, dor, inchaço e até coceira no local da aplicação nos primeiros dias após a administração da vacina. Pode ocorrer febre nos primeiros 15 dias.

Indicação

É indicada para a prevenção do câncer de colo de útero em meninas e mulheres a partir de 9 anos de idade, o mais precocemente possível sem limite de idade.

Esquema

Para meninas de 9 a 14 anos, 11 meses e 29 dias são recomendadas duas doses, com intervalo de seis meses entre elas (0 – 6 meses). A partir dos 15 anos, são três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses). Independentemente da idade, meninas e mulheres imunodeprimidas por doença ou tratamento devem receber três doses: a segunda, um a dois meses após a pr.imeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses).

Eventos adversos

Dor leve a moderada no local da aplicação; vermelhidão e edema.

Indicação

Para reforço das vacinas DTPa ou DTPw em crianças a partir de 4 anos de idade, adolescentes e adultos. Gestantes a partir da 20ª semana de gestação, o mais precocemente possível. Todas as pessoas que convivem com crianças menores de 2 anos, sobretudo bebês com menos de 1 ano, incluindo familiares, babás, cuidadores e profissionais da Saúde.

Esquema

Pode ser usada para a dose de reforço prevista para os 4-5 anos de idade. Recomendada para o reforço na adolescência. Recomendada para os reforços em adultos e idosos. Para crianças com mais de 7 anos, adolescentes e adultos que não tomaram ou sem registro de três doses de vacina contendo o toxoide tetânico anteriormente, recomenda-se uma dose de dTpa seguida de duas ou três doses da dT. As gestantes devem receber uma dose de dTpa, a cada gestação, ​a partir da 20ª semana de gestação. ​Se não vacinadas durante a gravidez, devem receber uma dose após o parto​, o mais precocemente possível (de preferência na maternidade).

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns em crianças, pode-se observar sonolência; reações no local da aplicação como dor, vermelhidão e inchaço; perda de apetite, irritabilidade, dor de cabeça e febre. Em adolescentes e adultos pode-se observar dor de cabeça, cansaço e reações no local da aplicação.

Indicação

Para crianças a partir de 3 ou 4 anos de idade, adolescentes e adultos, para os reforços de seus esquemas de vacinação. Pode substituir as formulações infantis da vacina tríplice bacteriana (DTPa e suas combinações) no reforço de 4 a 5 anos de idade. Para adolescentes e adultos, pode substituir a vacina dTpa e é a alternativa para viajantes com destinos às áreas de risco para poliomielite. Para gestantes, pode substituir a dTpa na indisponibilidade desta vacina ou quando se trata de gestante viajante para área de risco para a poliomielite, ficando a critério médico o uso off label em gestantes.

Esquema

Utilizada como reforço de esquemas de vacinação de crianças a partir de 3 ou 4 anos de idade, adolescentes e adultos. Pode substituir qualquer dose da vacina que protege contra difteria, tétano e coqueluche(dTpa). Em caso de viagens a locais de risco para a poliomielite, pode ser aplicada mesmo em pessoas que estejam em dia com a dTpa.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns em crianças, pode-se observar sonolência; reações no local da aplicação como dor, vermelhidão e inchaço; perda de apetite, irritabilidade, dor de cabeça e febre. Em adolescentes e adultos pode-se observar dor de cabeça, cansaço e reações no local da aplicação.

Indicação

É recomendada de rotina para crianças a partir de 12 meses (excepcionalmente, em situações de surto, por exemplo, também para crianças menores, a partir de 9 meses). Todas as crianças, adolescentes e adultos suscetíveis (que não tiveram catapora) devem ser vacinados.

Esquema

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam duas doses da vacina varicela: a primeira aos 12 meses e a seguinte entre 15 e 24 meses de idade. Essas doses coincidem com o esquema de vacinação da vacina tríplice viral e, portanto, o uso da vacina Tetraviral pode ser adotado. Após 13 anos de idade: duas doses com intervalo mínimo de 30 dias. Caso seja aplicado a partir de 9 meses de idade, será necessário mais duas doses após 1 ano de idade.

Eventos adversos

Como efeitos muito comuns, podem-se observar reações no local da aplicação como vermelhidão e dor. Entre os comuns, observam-se inchaço local e febre, os quais são mais frequentes entre adolescentes e adultos. Cerca de 3% dos vacinados podem apresentar algumas vesículas, principalmente próximas ao local de aplicação. Reações alérgicas mais importantes foram raramente observadas.

Indicação

Para todas as pessoas a partir de 3 anos de idade, principalmente aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

Esquema

Indicada a partir de 3 anos de idade. Indivíduos nunca vacinados menores de 9 anos devem receber 2 doses com intervalo de 30 dias entre elas. Para todos os demais, recomenda-se vacinação anual com apenas uma dose.

Eventos adversos

Em relação aos efeitos colaterais mais comuns, citam-se dor, vermelhidão e endurecimento local, os quais são leves e desaparecem em até 48 horas. Em menor frequência pode ocorrer febre, mal-estar e dor muscular, os quais têm início em 6-12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias.

Indicação

Para todas as pessoas a partir de 6 meses de idade, principalmente aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

Esquema

É indicada a partir de 6 meses de vida. Sendo que, para aqueles indivíduos nunca vacinados e menores de 9 anos de vida, deve-se fazer 2 doses com intervalo de 30 dias entre elas. Para todos os demais, recomenda-se vacinação anual com apenas uma dose. Crianças menores de 3 anos devem receber 2 doses de 0,25 mL com 30 dias de intervalo.

Eventos adversos

Em relação aos efeitos colaterais mais comuns, citam-se dor, vermelhidão e endurecimento local, os quais são leves e desaparecem em até 48 horas. Em menor frequência pode ocorrer febre, mal-estar e dor muscular, os quais têm início em 6-12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias.

Indicação

Indicada para crinças a partir de 3 meses de idade; Adolescentes; adultos e idosos, dependendo da situação epidemiológica. Pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica. Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

Esquema

indicada aos 3 e 5 meses, com reforço aos 12 meses. As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam que, além dessas doses, sejam feitos reforços entre 5 e 6 e aos 11 anos de idade. Para adolescentes a SBP e a SBIm recomendam, para os não vacinados, duas doses com intervalo de cinco anos.

Eventos adversos

As reações, quando acontecem, manifestam-se nas primeiras horas após a vacinação e melhoram em cerca de 72 horas. Em mais de 10% dos vacinados ocorrem: vermelhidão, inchaço, dor ou sensibilidade no local da aplicação; dor de cabeça (principalmente em adultos). Em crianças com menos de 2 anos podem ocorrer vômitos, diarreia, inapetência, sonolência e agitação. Entre 1% e 10% dos vacinados são acometidos por febre maior ou igual a 38°C, irritabilidade, choro intenso (em crianças com menos de 2 anos) e dores musculares.

Indicação

Para crianças e adolescentes, conforme recomendações das sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e Imunizações (SBIm). Para adultos e idosos, dependendo da situação epidemiológica. Para pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica. Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

Esquema

Para crianças, a vacinação deve iniciar aos 3 meses de idade com três doses no primeiro ano de vida e reforços aos 12 meses, 5 anos e 11 anos de idade. Para adolescentes que nunca receberam a vacina meningocócica conjugada quadrivalente — ACWY, são recomendadas duas doses com intervalo de cinco anos. Para adultos, dose única.

Eventos adversos

Em 10% dos vacinados ocorrem: inchaço, endurecimento, dor e vermelhidão no local da aplicação; perda de apetite; irritabilidade; sonolência; dor de cabeça; febre; calafrios; cansaço; e dor muscular. Entre 1% e 10% dos vacinados apresentam sintomas gastrintestinais (incluindo diarreia, vômito e náusea); hematoma grande no local da aplicação; erupções na pele e dor nas articulações. Em 0,1% a 1% dos vacinados ocorrem: insônia; choro persistente; sensibilidade diminuída da pele no local da aplicação; vertigem; coceira; dor muscular; dor nas mãos e pés e mal-estar. Em 0,01% a 0,1%, principalmente em adultos, acontece inchaço extenso no membro em que foi aplicada a vacina, com frequência associado à vermelhidão, algumas vezes envolvendo a articulação próxima ou inchaço de todo o membro. * As reações tendem a desaparecer em até 72 horas.

Indicação

Para crianças e adolescentes, conforme recomendações das sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e Imunizações (SBIm). Para adultos com até 50 anos, dependendo de risco epidemiológico. Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

Esquema

As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam o uso rotineiro de quatro doses da vacina meningocócica B aos 3, 5 e 7 meses de vida e entre 12 e 15 meses. Para adolescentes não vacinados antes, a SBP e a SBIm recomendam duas doses com intervalo de um mês. Para adultos com até 50 anos, em situações que justifiquem: duas doses com intervalo de um mês. Para crianças mais velhas que não foram vacinadas o esquema de doses varia conforme a faixa etária.

Eventos adversos

Em crianças menores de 2 anos, febre alta com duração de 24 a 28 horas pode ocorrer em mais de 10% dos vacinados. Quando a vacina é aplicada junto com a tríplice bacteriana acelular, pneumocócica conjugada, hemófilo influenza tipo b , poliomielite e hepatite B, esse percentual aumenta para 69% a 79%. Por isso é preferível não aplicá-las no mesmo dia. * Em crianças até 10 anos, em mais de 10% dos vacinados acontecem: perda de apetite; sonolência; choro persistente; irritabilidade; diarreia; vômitos; erupções na pele; sensibilidade no local da aplicação e ao movimentar o membro onde foi aplicada a vacina; reações locais (dor, calor, vermelhidão, inchaço). * Em mais de 10% dos vacinados com mais de 11 anos ocorre cefaleia; náuseas; dor nos músculos e articulações; mal-estar e reações locais, como inchaço, endurecimento, vermelhidão e dor. A dor pode ser muito intensa, atrapalhando a realização das atividades cotidianas. Não é conhecido o risco para anafilaxia, e reações alérgicas graves não foram verificadas durante os estudos com a vacina.

Indicação

É indicada para a imunização ativa contra a febre amarela a partir de 9 meses de idade. Adolescentes e adultos que vivem em regiões brasileiras classificadas como áreas de recomendação de vacinação, ou em viagem nacional/internacional de risco para a doença, ou com obrigatoriedade de comprovação da vacinação.

Esquema

Crianças: dose única aos 9 meses de idade. De acordo com o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Imunizações(SBIm), não é necessária uma segunda dose, aos 4 anos de idade. Adultos que nunca receberam a vacina: é necessário apenas 1 dose na vida.

Eventos adversos

Assim como qualquer vacina, pode apresentar eventos adversos, os quais são geralmente leves e transitórios. Em até 25% dos casos, pode ocorrer febre, dores no corpo, vermelhidão ou inchaço no local da aplicação, efeitos que tendem a desaparecer em até 1 semana. Eventos adversos graves, reações sistêmicas e neurológicas persistindo por mais de 48 horas, associadas à vacinação contra febre amarela, parecem ocorrer com frequência mais elevada após os 60 anos de idade (1 a cada 125.000 vacinados). No entanto, de um modo geral, reações alérgicas mais importantes foram raramente observadas.

Indicação

A vacina febre tifóide é indicada na prevenção da febre tifóide em adultos e crianças a partir de 2 anos de idade. A vacina é indicada especialmente para pessoas que viajam para áreas endêmicas, migrantes, pessoas da área de saúde e militares.

Esquema

Uma única doses garante proteção, porém a revacinação deve ser ralizada com um intervalo de três anos se o pacientes ainda está exposto ao rsico da contaminação. O esquema de vacinação é o mesmo para crianças e adultos.

Eventos adversos

Os eventos adversos mais relatados após a administração foram reações leves no local da aplicação, como: dor, edema, eritema no local da aplicação e febre. Iniciando nas primeiras 48 horas após a vacinação e desaparecem geralmente dentro de 2 dias.

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